PROFECIA BÍBLICA:

ESTÁ ESCRITO:
"Sabe, porém isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. destes afasta-te". (Bíblia Sagrada - II Timóteo 3:1-5)
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Massacre em escola pública do Rio de Janeiro...

Ex-aluno invade local e dispara contra crianças. Tragédia na Zona Oeste deixa o país inteiro chocado.

O secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, deu uma entrevista coletiva confirmando que onze alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, morreram no atentado da manhã desta quinta-feira. Nove deles já chegaram mortos ao hospital.

De acordo com Côrtes, 28 crianças entre 12 e 14 anos foram baleadas pelo atirador. Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou no colégio e abriu fogo contra 40 alunos de uma turma da nona série que assistiam a uma aula de Português. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime.

Das vítimas fatais, dez eram meninas. Os feridos foram encaminhados para os Hospitais Pedro Ernesto, da Polícia Militar, Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia, Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes (Saracuruna). Informações dão conta que quatro estudantes se encontram em estado gravíssimo, um delas em coma.

Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador
Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Uma multidão de pessoas se aglomera em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas.

Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra os estudantes. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

De acordo com o 14º BPM (Bangu), Wellington seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Uma versão inicial dizia que o assasino seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos), mas a informação foi desmentida pela polícia.

Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.

Os feridos foram levados inicialmente ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las.

Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados.[Fonte: O Dia OnLine]

Suspeita de matar Lavínia arrumou quarto do hotel, diz hóspede.

Um dos hóspedes do hotel em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde a menina Lavínia, de seis anos, foi encontrada morta, nesta quarta-feira (2), diz que a suspeita do assassinato, Luciene Reis Santana, arrumou o quarto para onde levou a menina. O segurança João Batista, que prestou depoimento na 60ª Delegacia de Polícia (Campos Elíseos), disse que Luciene tentou sair sem pagar e, por isso, foi forçada a fazer a arrumação de três quartos, entre eles, o que a acomodou.

De acordo com Batista, Luciene chegou ao hotel às 18h45 na segunda-feira (28), dia em que a criança desapareceu. Funcionárias do estabelecimento disseram que não viram se a suspeita estava com a criança, porque o balcão do local é alto.

Luciene tentou sair do local às 19h05 do mesmo dia, segundo o segurança, após consumir batatas fritas e cigarros. Luciene alegou aos atendentes que precisava usar o orelhão. No entanto, os funcionários permitiram sua saída somente após ela fazer a arrumação como forma de pagamento. A suspeita deu entrada no quarto seis. Ela também arrumou os quartos sete e oito, segundo Costa.

O segurança disse que o quarto pedido por Luciene é de pouco uso no estabelecimento, pois era a suíte mais cara. Por isso, nenhum funcionário entrou no aposento desde segunda-feira (28), quando a menina foi sequestrada.

Luciene negou à polícia que tenha matado a criança.

Crime:

A menina Lavínia foi encontrada morta nesta quarta-feira em um hotel de Duque de Caxias. Ela estava de bruços e com uma toalha no rosto entre o chão e o estrado da cama de concreto. De acordo com a polícia, ela foi asfixiada com o cadarço do tênis que usava.
De acordo com o delegado Robson da Costa, Luciene queria R$ 2.000 do pai de Lavínia e, para isso, dizia a ele que o ex-marido tinha sequestrado a menina e queria a quantia em dinheiro.

A amante de Santos era suspeita do crime desde o dia do sumiço da garota e, por isso, a polícia montou uma estratégia para pegá-la. O pai de Lavínia, com ajuda da polícia, marcou um encontro dizendo que daria o dinheiro a ela. Luciene compareceu ao encontro e foi levada para interrogatório na delegacia nesta quarta. Segundo o delegado, ela nega o crime.

O delegado diz que, quando a polícia chegou ao quarto do motel, havia um cheiro forte. Pelo odor, o delegado diz acreditar que a menina tenha sido morta na segunda-feira passada.

- Acredito que a Luciene tenha conseguido convencer a menina a sair de casa sem necessidade de força.

O delegado diz que uma testemunha afirmou que viu Luciene perto da casa de Lavínia.
As funcionárias do hotel viram as imagens de Luciene na televisão e chamaram a polícia, pois reconheceram a amante do pai da criança. Elas dizem ter visto a mulher no hotel. [Fonte: R7]




Menina é achada morta dentro de uma mala...


A polícia de Curitiba divulgou o retrato falado de um suspeito de participar do assassinato da menina Rachel Genofre, 9 anos, que desapareceu na tarde de segunda-feira. Rachek foi encontrada morta dentro de uma mala na Rodoferroviária da capital paranaense na madrugada de quarta-feira (05/11/2008).

A descrição do suspeito foi fornecida por um comerciante que trabalha próximo à rodoviária. Ele disse à polícia que vendeu uma mala semelhante à encontrada com o corpo de Rachel algumas horas antes do crime ser descoberto.
De acordo com a descrição do comerciante, o suspeito é um homem moreno, "queimado de sol", de cerca de 50 anos, 70 kg, olhos claros, cabelos negros ou castanhos escuros e estatura baixa de aproximadamente 1,68 m. O suspeito de ter comprado a mala estava a pé e vestia camisa branca, jaqueta marrom de napa e calça jeans. Ele estava de sapato. (Fonte: Terra)

Enfermeira joga filha de 8 meses pela janela em Curitiba

"Eu queria me livrar do pacote. Sempre fui incompetente para cuidar dela". Essas foram as palavras da enfermeira Tatiane Damiane, de 41 anos, ao delegado Antonio Campos de Macedo, do 1º Distrito Policial de Curitiba (PR), ao explicar por que matou a própria filha, Mariana, de 8 meses, ao jogá-la do 6º andar do apartamento onde moravam, na região central da capital paranaense.
A enfermeira, que trabalha no Hospital das Clínicas, onde vinha tomando medicamentos e recebendo acompanhamento psicológico por causa de crises de depressão, foi transferida para o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime (Nucria), que assumirá o inquérito. A intenção da polícia é encaminhar Tatiane para a carceragem do 9º Distrito Policial de Vila Santa Quitéria, onde ficam somente mulheres.
Ao saberem do crime e da possibilidade da enfermeira de ser levada para lá, as 38 presas do 9º Distrito prometeram fazer justiça com as próprias mãos. Tatiana deverá ficar em cela isolada por questão de segurança. A polícia pedirá exames psicológicos da acusada, que foi indiciada por homicídio.

Mortos e congelados

A Justiça alemã condenou hoje a doze anos de prisão a mãe que matou dois de seus filhos ao nascer e depois colocou seus cadáveres no congelador de sua casa.

Os corpos dos bebês, um menino e uma menina nascidos em 2002 e 2004, respectivamente, foram descobertos pelo filho adolescente da mulher quando buscava algo para comer no congelador do porão.
A mãe, de 35 anos, confessou o crime, e disse ter matado as crianças porque não queria que elas atrapalhassem sua carreira profissional.
Os corpos, que estavam embalados em plástico, foram encontrados em abril pelo filho de 15 anos e por um amigo seu, que alertaram a Polícia. A mulher foi detida na mesma noite, na casa de seu companheiro.

Terrorismo covarde

Crianças estão entre os mortos no atentado do Afeganistão:

Cinco professores e 59 estudantes estão entre as 75 pessoas que morreram no atentado de terça-feira contra uma comitiva parlamentar no norte do Afeganistão, informou hoje o Ministério de Educação daquele país.
O ataque na província de Baghlan foi o mais sangrento desde a queda do regime Taleban. Também ficaram feridos 96 estudantes, disse à Efe o porta-voz do Ministério, Zuhor Afghan.
O porta-voz detalhou que os estudantes tinham de 8 a 18 anos. As outras vítimas foram seis deputados e cinco guarda-costas. Entre os mortos e feridos não há nenhuma menina.
O Ministério da Educação já ordenou que as escolas não permitam que nenhum estudante participe de qualquer tipo de ato ou reunião política, segundo o porta-voz.
A bandeira afegã ainda tremula a meio mastro, em sinal de luto pelas vítimas do brutal atentado terrorista.
O presidente afegão, Hamid Karzai, responsabilizou os "inimigos do Afeganistão". O governo usa a expressão para se referir aos talebans, que no entanto negaram a autoria do atentado.
O atentado aconteceu na terça-feira, quando uma explosão atingiu uma comitiva de deputados que visitava a região e vários estudantes reunidos numa fábrica de açúcar para dar as boas-vindas aos parlamentares.

SEM DIREITO DE VIVER

BHUBANESWAR, Índia - Dezenas de sacos plásticos contendo restos de fetos e recém-nascidos, supostos abortos clandestinos e infanticídios, foram encontrados em uma fossa na Índia, anunciou a Polícia. Estima-se em cerca de 7.000 o número de fetos ou recém-nascidos do sexo feminino mortos a cada ano na Índia, onde uma filha é considerada um fardo, em razão principalmente do sistema de dotes. "Encontramos 32 sacos plásticos nesta fossa, sendo que 30 continham crânios e ossos de recém-nascidos", declarou Amarananda Patnayak, diretor-geral da Polícia do Estado de Orissa, no leste da Índia. A fossa foi descoberta em meio a uma investigação que levou a Polícia a realizar intensas buscas em diversas clínicas particulares da região suspeitas de praticar em grande escala o aborto de fetos do sexo feminino. O aborto é teoricamente proibido na Índia, além da divulgação de exames que mostrem o sexo do bebê para os pais antes de seu nascimento, mas as atividades de fiscalização são raras. A Índia conta com 927 mulheres para 1.000 homens, enquanto que a média mundial é de 1.050 mulheres para 1.000 homens. Fonte: Yahoo Notícias.

INFANTICÍDIOS

Nove recém-nascidos são achados no lixo em Argel:
O tráfico de órgãos é a primeira pista no caso dos corpos de nove recém-nascidos descobertos num depósito de lixo na região de Bordj Bou Arreridj, leste de Argel, segundo o jornal Ech Chourouk. O jornal em árabe afirma que esta descoberta macabra foi feita por policiais na tarde de quarta-feira, num lixão de El-Achir. Os corpos das crianças eram recentes e também foram encontrados outros pedaços de adultos na mesma operação. O Ech Chourouk afirma que, em maio de 2005, a polícia encontrou num bosque da região seis corpos de recém-nascidos.

Índia: fazendeiro salva recém-nascida enterrada viva:
Uma menina recém-nascida foi enterrada viva por sua família em uma vila a 150 km da cidade de Hyderabad, na Índia. Um fazendeiro que passava pelo local viu a mão do bebê no chão e resgatou a criança ainda com vida.



A menina aparentava nunca ter sido amamentada, de acordo com a BBC. A polícia prendeu o avô da criança, Abdul Rahman, 52 anos, depois que ele confessou tentar matar a recém-nascida enterrando-a. "Eu ainda tenho que pagar o dote de quatro filhas e não posso assumir responsabilidade de um quinto, mesmo que ela seja apenas uma neta", afirmou Rahman às autoridades. A polícia não sabia ao certo se a filha mãe da criança havia consentido que sua filha fosse morta. Prática comum O bebê, que ainda não tem nome e pesa apenas 1,7 kg, está sendo tratado em um hospital da região. A prática de matar recém-nascidos do sexo feminino é comum em algumas áreas rurais do país, até porque meninas são freqüentemente vistas como inferiores em relação aos meninos na Índia. O pai da noiva é responsável pelos bens que a mulher leva ao casar, o que pode acarretar em grandes dificuldades financeiras para a família. O governo indiano acredita que cerca de 10 milhões de recém-nascidas foram mortas pelos pais nas últimas duas décadas.

INFANTICÍDIOS

Chinesa mata filha de 4 anos que não sabia contar:

A polícia do sul da China prendeu uma mulher depois que ela admitiu ter matado sua filha de 4 anos porque a criança não sabia contar, de acordo com reportagens da imprensa.

Investigadores levaram a mulher, identificada apenas por seu sobrenome, Du, a confessar e levaram-na sob custódia no último sábado, quatro dias depois de sua filha ter sido morta e seu corpo encontrado no lixo em uma cidade próxima, disseram o Pequim News e o Southern Metropolis Daily.
Inicialmente, Du disse à polícia que sua filha, Wang Mengyu, que viveu com os avós até o último mês, havia desaparecida enquanto faziam compras em Huizhou, na populosa província de Guangdong. O marido dela havia oferecido uma recompensa de 50 mil iuans (US$ 6,4 mil) por informações que levassem à prisão do assassino.
Du contou à polícia que bateu em sua filha até ela ficar inconsciente porque a criança não sabia contar de um a cem e que ela tentou ressuscitar a menina, disseram os jornais.
A mulher depois sufocou sua filha até a morte porque ficou preocupada com as contas exorbitantes do hospital e porque seu marido ficaria bravo com ela, acrescentaram os jornais.
(Reuters)