PROFECIA BÍBLICA:

ESTÁ ESCRITO:
"Sabe, porém isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. destes afasta-te". (Bíblia Sagrada - II Timóteo 3:1-5)
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Velório é Invadido e Caixão Incendiado por Criminosos - Só no Brasil Mesmo!

 

A ousadia e crueldade dos criminosos chocou as pessoas que estavam no local.

Criminosos armados invadiram um velório nesta terça-feira (1/4/2025) e atearam fogo no caixão onde estava o corpo de um homem morto em confronto com a polícia. O caso ocorreu na cidade de Trairi no Ceará.

A ação, atribuída a uma facção criminosa, resultou na prisão de quatro suspeitos. Durante o ataque, um dos envolvidos foi atingido pelas chamas e precisou de atendimento médico.

De acordo com a polícia, a vítima do velório pertencia a um grupo rival da organização criminosa responsável pelo ataque. Imagens do incêndio no caixão circularam nas redes sociais, ampliando a repercussão do caso.

A violência entre facções no estado tem se intensificado nos últimos anos, com disputas pelo controle do tráfico de drogas. A polícia segue investigando o caso.

NOTA DO EDITOR:

Jesus profetizou que nos últimos dias a maldade seria tanta que o amor quase desapareceria do coração das pessoas. Mateus 24:12. Como Filhos de D'US precisamos permanecer em constante oração! Acesse e ore junto comigo com fé:

Polícia Federal Brasileira e Itamaraty: Neguem a entrada de Julien Blanc no Brasil - VILOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

Por que isto é importante?

À Dra. Carla Carvalhaes Barbi, Delegada Chefe da Delegacia de Imigração e ao Ministro Bernardo Velloso, Chefe da Divisão de Imigracao do Itamaraty.

Esta petição faz o pedido de negação de visto para permanência em território brasileiro para o americano Julien Blanc. 

Em nome de todos que combatem a violência contra a mulher no Brasil informamos os senhores que em janeiro de 2015 nosso país está agendado para receber uma conferência liderada pelo americano Julien Blanc nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e de Florianópolis (SC).  

Julien Blanc teve seu visto cancelado e foi extraditado na Austrália, Reino Unido e eventos cancelados em diversos países porque suas aulas que ensinam homens a “pegar mulheres" exaltam a cultura do estupro, crimes de agressão emocional e física contra mulheres, o racismo e o profundo desrespeito pelas mulheres.

Encontra-se vídeos na internet com suas táticas de ensino, que incluem ignorar quando mulheres dizem não à aproximação sexual, fazer ofensas racistas, atacar a autoestima das mulheres entre outros abusos. As maiores expressões de violência disponíveis em fotos e vídeos são SUFOCAR mulheres em bares, pegando-as pelo pescoço e levar os rostos das mulheres em direção ao próprio pênis. Os videos seguem no final desta petição. 

Mulheres de diversos países tem se mobilizado, coibindo a presença de Julien Blanc e em consequência, a cultura misógina que ele propaga em suas pátrias. Nós mulheres brasileiras viemos lutando incansavelmente contra a cultura do estupro e da violência contra nossos corpos em nosso país. Esse homem não é apenas um criminoso, mas um disseminador da cultura de todas as formas de violência contra a mulher e pedimos aos senhores que não permitam sua presença e sua influência sobre nosso país.

LINKS E VIDEOS:

Aqui segue uma agenda e páginas onde obter mais informações:


Essa petição não é uma causa só pra que Julien Blanc não entre no Brasil, gira em torno de uma causa maior: O Combate a violencia contra a mulher, pois não podemos suportar mais e é uma prova de que estamos juntos para combater isso!

Fonte: AVAAZ.org
 

Licença para matar: Brasil é vice-campeão mundial na violência contra jovens




Publicado por Luiz Flávio Gomes


De acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, divulgação em 4/9/14) o Brasil é o vice-campeão mundial no número de homicídios de jovens de zero a 19 anos: mais de 11 mil foram assassinados no nosso país em 2012 (ano em que o Brasil teve quase 57 mil óbitos intencionais). Nesse item só perdemos para Nigéria. 

Quanto à taxa por 100 mil habitantes, o Brasil é o 6º colocado (17 para 100 mil). Na sua frente estão El Salvador (27, Guatemala (22), Venezuela (20), Haiti (19) e Lesoto (18). No planeta, 95 mil crianças e adolescentes foram assassinados em 2012 (12% no território brasileiro); 90% das mortes globais ocorreram em países com renda média ou baixa (América Latina, Caribe e África). Causas: alta da criminalidade, o crescimento da desigualdade, acesso fácil a armas de fogo, maior consumo de drogas e aumento da população jovem; o jovem negro tem três vezes mais chance de ser morto que um branco.

Por que somos como somos? O Estado brasileiro (imperial), criado em 1822, nasceu geneticamente contaminado, posto que reprodutor do totalitarismo e absolutismo colonial, guiado pela coerção dos excluídos e segregados do Estado de direito, que permitia e sempre permitiu o genocídio herdado da metrópole parasita e sanguinária, criadora de uma filosofia e de uma máquina mortífera até hoje em pleno vigor no Brasil (e, a rigor, em toda a América Latina).

Não é por acaso que o Brasil é o 12º país mais violento do planeta (29 assassinatos para cada 100 mil pessoas) e vice-campeão mundial (em números absolutos) na violência contra os jovens (sobretudo negros e pardos). Há uma verdade histórica que parece incontestável: não se implanta um país violento e corrupto da noite para o dia; não se constrói um país subdesenvolvido (composto em quase sua totalidade - ¾ da população – de analfabetos funcionais) com uma só canetada. Mesmo depois da independência, os donos do poder (sectários do parasitismo e da malevolência) não rechaçaram a “normalidade” da escravidão e da servidão, que acabou justificada pela teoria de que o crescimento econômico do país (sempre do país, nunca dos donos do poder) dependia do parasitismo fulcrado no trabalho escravo.

Foi dessa maneira que elaboramos nossa primeira Constituição (1824), que era, ao mesmo tempo e paroxalmente, liberal e escravocrata. Tratava-se de uma doutrina nitidamente retrógrada, ultrapassada, espoliadora e sanguessuga, que não apresentava nenhuma dissonância com o que ocorria na colônia extrativista nem com o que se passa hoje no nosso país (ainda sob o império do neocolonialismo).

A estrutura do poder colonial, sob o mando dos senhores de engenho, tirânico, absolutista e indiscutivelmente despótico, sofreu um processo de transubstanciação (como diz Foucault) ano momento em que se converteu em poder imperial (veja Luís Mir, Guerra civil, p. 46), depois em poder republicano e, desde 1985, em poder da falida e corroída redemocracia (que ainda retrata a era contemporânea brasileira, já exaurida e exangue, indicando a carência de uma nova era). Da sociedade imoral escravocrata e disciplinadora colonial (sobre a transição das sociedades disciplinares para as de controle veja Foucault, Vigiar e punir) passamos para a sociedade de controle dos segregados e excluídos, regido pela coerção e o genocídio, desses que são considerados homo sacers (veja Agamben), ou seja, gente inimiga que pode ser destruída (exterminada) impunemente (em regra impunemente), consoante o diabólico funcionamento da máquina de moer carne e ossos.

Não existe solução de continuidade (interrupção) entre o exercício do poder de controle colonial e imperial. Tampouco desapareceu a lógica e filosofia do genocídio com a república (1889) ou mesmo com a redemocratização (1985). A relação de todos os poderes com os marginalizados (negros, índios, brancos pobres etc.) sempre foi estabelecida sobre as bases da mortífera violência. A mão disciplinadora e controladora do senhor de engenho é a mesma dos posteriores agentes de segurança: “quando não anulam a resistência do indivíduo que somente pode ocupar uma única posição, a de servil e submisso, o abatem como inimigo (como homo sacer), com o máximo de letalidade imaginável” (Luís Mir, citado, p. 46).

O extermínio criminoso, ignominioso e massivo dos jovens (especialmente quando a cor da pele é preta ou parda), em pleno século XXI, nada mais representa que a continuidade operativa da máquina da escravocracia, devidamente planejada, calibrada e dominada pelos donos do poder, que controlam não somente os lugares onde os excluídos devem permanecer senão também o grau de escolaridade e de desenvolvimento econômico dos quais eles podem desfrutar. “A máquina de dominação dos senhores de escravos foi absorvida pelo poder imperial [depois pelo poder republicano e, hoje, pelo poder da redemocracia]: a consequência disso [até hoje] é que este tem que enfrentar e reprimir um crepitar permanente de rebeliões e desordens sociais [geradas muitas vezes pela própria irresignação dos rebelados frente ao exercício totalitário e desigual do poder de controle dos dominantes], que antes [na colônia] era de competência e custo dos senhores de escravos” (Luís Mir, citado, p. 47). É nisso que reside a castração ab initio, por meio da violência, da (ainda hoje impossível) pluralidade existencial ou mesmo da pacificação. Se hodiernamente o Brasil é um dos países mais violentos do planeta, é preciso reconhecer que essa realidade não representa nada mais que fruto do que sempre plantamos. Quem planta mal, como se sabe, colhe o amargo (a violência, o genocídio estatal, o extermínio). “Combata fogo com fogo e tudo que restará serão cinzas” (Abigasil van Buren, americana, colunista). “A segurança só para alguns é, de fato, a insegurança para todos” (Nelson Mandela, sul-africano, político).
Luiz Flávio Gomes


Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). Assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas]

Relatório da ONU aponta 11 das 30 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil

Tegulcigalpa, capital de Honduras, é um dos lugares mais violentos do mundo. Foto: GettyImages
O Brasil possui 11 das 30 cidades mais violentas do mundo. Quem afirma isto é o escritório de Drogas e Crimes das Nações Unidas com base nos assassinatos ocorridos em 2012. Maceió é a quinta cidade com maior número de homícidos por 100 mil habitantes. Fortaleza ocupa a sétima posição e João Pessoa, a nona. O levantamento também aponta que a América Latina substituiu a África como a região com a maior quantidade de assassinatos do mundo, sobretudo pela violência fora de controle em países como Honduras, que lidera a lista da ONU.

De acordo com a pesquisa da ONU, foram assassinadas 437 mil pessoas em 2012, das quais 36% nas Américas, a maior parte na Central e na Sul. O Brasil está atrás de Honduras e ocupa a segunda posição na lista. Além de Maceió, Fortaleza e João Pessoa, foram listadas pelo levantamento das Nações Unidas: Natal (12ª posição); Salvador (13ª); Vitória (14ª); São Luís (15ª); Belém (23ª); Campina Grande (25ª); Goiânia (28ª); e Cuiabá (29ª).
As taxas de homicídio caíram nos Estados do Rio de Janeiro (29 por cento) e São Paulo (11 por cento), mas cresceram no Norte e Nordeste do país, principalmente na Paraíba, com um aumento de 150 por cento, e na Bahia, com avanço de 75 por cento nos últimos dois anos.

Foto: GettyImages
O elevado índice de homícidios na América Latina está ligado ao crime organizado e a à violência política, segundo os pesquisadores da ONU. Honduras é o país mais violento do planeta, com uma taxa de 90,4 homicídios intencionais para cada 100.000 habitantes, disse o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) com base em dados de 2012. A Venezuela vem a seguir com 53,7 homicídios intencionais. Belize ficou em terceiro com 44,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes e El Salvador em quarto, com 41,2.
Na lista de países com as maiores taxas de homicídios intencionais aparece também a Guatemala, com 39,9 por cada 100 mil habitantes, a África do Sul, com 31, a Colômbia, com 30,8, o Gabão, com 28, e o México, com 21,5. O Iraque, que está emergindo de um conflito armado sangrento, tem uma taxa de assassinatos de 8 por cada 100 mil habitantes.
A África foi a segunda região com maior número de homicídios intencionais, com cerca de 31 por cento do total. A Ásia teve aproximados 28 por cento, a Europa, em torno de 5 por cento, e a Oceania, cerca de 0,3 por cento. Os países árabes e asiáticos, incluindo a China, aparecem sem dados no relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.[Fonte: Yahoo]

Mulher confessou ter matado e esquartejado empresário



A bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, confessou ter matado e esquartejado o empresário Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, com quem era casada e tem uma filha. A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Jorge Carrasco, na tarde desta quarta-feira.
Segundo Carrasco, a autora do crime contou que, na noite do dia 19 de maio, interpelou o marido porque ficou sabendo que havia sido traída. Na discussão, Elize disse que foi agredida e matou o marido em um banheiro do apartamento do casal, de cerca de 500 m2, que ainda não foi periciado. "Ela esquartejou com facas que irá apresentar posteriormente à polícia e ressaltou que fez tudo sozinha", destacou Carrasco.
Desde as 11h desta quarta, ela é ouvida em São Paulo. A polícia pediu a prorrogação da prisão temporária por 30 dias para a Justiça em Cotia.
Empresário é esquartejado 
Marcos Kitano Matsunaga foi considerado desaparecido no dia 20 de maio. No dia 27, partes do corpo foram encontradas em várias regiões da Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado.
Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, Elize, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho.
Indícios de uma suposta traição levam à hipótese de crime passional. Elize e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retorna, está sem a bagagem.
Durante perícia no apartamento foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 765, o mesmo do tiro que matou o empresário.[Fonte: JB]

Ex-prostituta, viúva de executivo da Yoki temia perder a guarda da filha 

O receio de perder a guarda da filha de 1 ano em uma provável separação motivou Elize Matsunaga, 38 anos, a matar e esquartejar o marido, o executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, 42 anos, justifica o advogado de Elize, Luciano Santoro. 
Segundo ele, o casal atravessava uma crise conjugal havia pelo menos seis meses e ela pediu a separação três vezes, mas o marido dizia que se ela fosse embora, ficaria sem a filha. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo.
O advogado revelou ainda que Matsunaga conheceu Elize em um site de relacionamento, quando ela era garota de programa. Ao contrário do que afirma a polícia, Santoro alega que a decisão de confessar o crime partiu da própria cliente. Ele conta que no depoimento Elize pressionou o marido sobre a traição descoberta por um detetive e acabou agredida com um tapa no rosto. No revide, pegou uma pistola de calibre 380 e atirou em sua cabeça. A arma foi encontrada na perícia realizada no apartamento do casal depois da confissão, em um dos banheiros transformados pelo executivo em um cofre para guardar as 30 armas e cerca de 10 mil projéteis que colecionava.
Executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, foi considerado desaparecido em 20 de maio. Sete dias depois, partes do corpo foram encontradas em Cotia, na Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado. Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, a bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho. Ela e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retornou, estava sem a bagagem. Durante perícia no apartamento, foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 380, o mesmo do tiro que matou o empresário.
Em depoimento dois dias depois de ser presa, Elize confessou ter matado e esquartejado o marido em um banheiro do apartamento do casal. Ela disse ter descoberto uma traição do empresário e que, durante uma discussão, foi agredida. A mulher ressaltou ter agido sozinha.[Fonte: JB]

Brasil: Padrasto enfiou mais de 40 agulhas no enteado

Corpo da criança tem mais de 40 agulhas



Tudo indica que se tratou de magia negra. Na cidade de Barreiras, no Estado brasileiro da Bahia, um homem, por razões ainda desconhecidas, enfiou mais de 40 agulhas no corpo do seu enteado de apenas dois anos. O menino está hospitalizado desde domingo e corre risco de vida.

Uma das agulhas perfurou um dos pulmões da criança, que ainda hoje deverá ser transferida para um hospital de referência na cidade de São Salvador, onde poderá ser submetida a uma cirurgia. O risco é que sofra uma arritmia cardíaca e venha a falecer durante a operação.

Repercussão internacional

O caso do menino com mais de 40 agulhas no corpo teve repercussão internacional. A notícia foi divulgada pela agência Associated Press, rede CBS, pelos jornais britânicos "The Independent" e "Guardian", pela BBC e, ainda, pelos norte-americanos "WashingtonPost" e revista "Times".

Ainda não há um consenso relativamente à cirurgia como solução para salvar o menino. Isto porque, segundo alguns médicos, a operação poderá oferecer mais riscos do que benefícios.

Como algumas das agulhas estão posicionadas em órgãos vitais - coração, pulmões, fígado, bexiga e intestino - talvez seja menos arriscado deixá-las onde estão, se, afinal, se concluir que não causarão mais danos.

Padrasto confessa crime

O padrasto da criança foi detido ontem e confessou o crime. Roberto Carlos Magalhães Lopes, que vivia com a mãe do menino há um ano e meio, disse à polícia que introduziu as agulhas no corpo do enteado e que para isso teve a ajuda de duas mulheres. Os três suspeitos estão presos.

De acordo com a BBC, o homem terá submetido a criança a um ritual de magia negra para se vingar da mãe da criança.

A suspeita do envolvimento do padrasto foi levantada pela mãe do menino, segundo a qual o filho não gostava de sair com Roberto Carlos. No dia do crime, o menino foi com ele à casa de Angelina, uma das duas mulheres que o terão incentivado a introduzir as agulhas.

Segundo a edição online do jornal "A Tarde", um dos principais da cidade de São Salvador, o menino vai ser transferido para um hospital especializado em cirurgia cardio-toráxica ainda hoje. [Fonte: Expreso]

Vídeo mostra sequestrador ensinando técnicas de assalto a crianças em Santa Catarina

Durante as investigações do sequesto de Benta e Igor Pivatto em um hotel em Penha, no Litoral Norte, a polícia encontrou um vídeo de incentivo à violência. As imagens foram gravadas pela camareira Viviane Stem, de 29 anos, que teria planejado o sequestro com outros familiares. O vídeo mostra o marido de Viviane, Rafael Borba, ensinando o filho, de quatro anos, e uma sobrinha, de menos de três anos, a fazer um assalto a mão armada. Confira as imagens chocantes (Bom Dia SC/RBS TV)

Menina é achada morta dentro de uma mala...


A polícia de Curitiba divulgou o retrato falado de um suspeito de participar do assassinato da menina Rachel Genofre, 9 anos, que desapareceu na tarde de segunda-feira. Rachek foi encontrada morta dentro de uma mala na Rodoferroviária da capital paranaense na madrugada de quarta-feira (05/11/2008).

A descrição do suspeito foi fornecida por um comerciante que trabalha próximo à rodoviária. Ele disse à polícia que vendeu uma mala semelhante à encontrada com o corpo de Rachel algumas horas antes do crime ser descoberto.
De acordo com a descrição do comerciante, o suspeito é um homem moreno, "queimado de sol", de cerca de 50 anos, 70 kg, olhos claros, cabelos negros ou castanhos escuros e estatura baixa de aproximadamente 1,68 m. O suspeito de ter comprado a mala estava a pé e vestia camisa branca, jaqueta marrom de napa e calça jeans. Ele estava de sapato. (Fonte: Terra)

Acusado de assassinato tatuou nome da vítima no braço

Reprodução de foto da tatuagem no braço do motoboy Robson Pereira Granja, de 26 anos, que mandou matar José Adriano, que tinha 27 anos, o amante de sua mulher, depois que descobriu que estava sendo traído, no ano passado. A tatuagem, feita no braço direito, tem o nome da vítima- José Adriano Menezes de Souza, a data do crime (21 de novembro) e o desenho de um caixão.


A investigação do assassinato durou cinco meses, até surgir o suspeito de ser o mandante. Tratava-se de Robson Pereira Granja, um motoboy de 26 anos. Ele assumiu o crime, uma mera formalidade, pois Robson trazia a confissão tatuada em seu braço direito. Dois meses depois de mandar matar o segurança José Adriano Menezes, de 27 anos, o motoboy mandou tatuar o nome de sua vítima em cima de um caixão e da data do crime: 21 de novembro de 2007. E em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo ele garante ser o assassino.
Na tarde de ontem, a polícia pediu à Justiça que ele continue preso até o julgamento. Robson foi detido no dia 19. Além dele, os policiais prenderam o frentista Evangelista Pereira da Silva, de 28 anos. Silva é acusado de ser o executor. Menezes levou cinco tiros no ambulatório do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
O motivo do crime seria passional. O segurança mantinha um caso com a faxineira Cristiane Rodrigues Souza, de 22 anos, mulher de Robson. Eles trabalhavam no hospital e, em 2007, foram flagrados namorando em um banheiro. Como punição, a faxineira foi afastada e o segurança, transferido.
Segundo a delegada Flávia Maria Rollo, Robson levou Silva até o hospital para matar Menezes. Mas, ao depor, Robson isentou Silva. Disse que entrou no ambulatório, empurrou uma mulher e atirou cinco vezes na vítima com um revólver calibre 38. Afirmou ainda que matou porque Menezes o ameaçou. "Duas testemunhas reconheceram o Evangelista (Silva). O Robson pediu ao amigo que executasse a vítima porque temia ser reconhecido. Agora quer ajudá-lo", disse a delegada. Em janeiro, Robson fez a tatuagem. "Ele pensou que não ia ser mais importunado pela polícia." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Garota ateou fogo em colega em SP

A garota de 16 anos que ateou fogo na colega de escola de 14 anos se apresentou ontem ao promotor da Infância e da Juventude que a encaminhou à Fundação Casa. Ela estava acompanhada do pai, da irmã e do advogado. Na próxima semana, haverá uma audiência para definir o tempo de internação. A expectativa da defesa é que seja de seis meses a um ano. A agressão ocorreu no último dia 10. Grazielli, a menina agredida continua internada, com queimaduras de 3º grau.
Ontem, Samuel Menequelli, pai de Grazielli, estava pessimista com relação ao estado de saúde da moça. Ela foi submetida a uma cirurgia para retirada da pele. "E o que os médicos descobriram foi muito ruim. Ela teve queimaduras de 3º grau em mais partes do corpo, vai precisar de mais enxertos onde não se imaginava", contou. "O maior problema agora é o alto risco de infecção."
As duas garotas estudavam na Escola Estadual Guiomar Rocha Rinaldi, na zona oeste de São Paulo. Depois de uma semana negando conhecer os conflitos entre as alunas, a direção da escola admitiu ontem que uma professora havia tentado conversar com a agressora. Entretanto, as versões do colégio e da infratora são divergentes. As informações são do Jornal da Tarde

A crueldade contra os animais é crime contra a humanidade!!!



Uma ativista pelos direitos do animais protesta contra o hábito de se comer cachorros em Seul, na Coréia do Sul. A manifestante segura um filhote e uma placa que diz: 'Meu nome é Choonja. Por favor, não coma Choonja'. O protesto se opõe ao governo de Seul que propôs ao governo do país que os cachorros sejam colocados na mesma categoria que a carne bovina e a carne de frango, para que haja regulamentação da produção industrial de carne canina e aumento nas inspeções sanaitárias.

Maníaco do martelo

Rússia condena serial killer à prisão perpétua por 48 assassinatos:

A Justiça russa condenou hoje à prisão perpétua o assassino em série Alexander Pichushkin, 33, conhecido como "maníaco do martelo", por 48 homicídios e três tentativas de assassinato.
"A fim de restabelecer a justiça social e evitar a execução de novos crimes, esta Corte condena Pichushkin à prisão perpétua", afirma a decisão do Tribunal Urbano de Moscou, segundo as agências russas.
O serial killer Alexander Pichushkin, condenado à prisão perpétua:
O juiz Vladimir Usov justificou o veredicto pela "extraordinária periculosidade para a sociedade" do assassino em série.
Em 24 de outubro, um júri popular o tinha declarado culpado por 48 assassinatos, em sua maioria cometidos no parque de Bittsa, em Moscou, com a ajuda de um martelo, segundo as agências russas.
Pichushkin, ex-funcionário de um supermercado, assume a culpa, mas diz que não se arrepende e que assassinou, no total, 60 pessoas, o que ainda está sendo investigado pela Promotoria.
Além disso, a pedido do procurador de Moscou, Yuri Siomin, o juiz estabeleceu que o condenado terá que fazer um tratamento psiquiátrico obrigatório.
No entanto, o juiz ressaltou que Pichushkin estava em "pleno uso de suas faculdades mentais" quando cometeu os assassinatos.
Xadrez:
Durante o processo, o maníaco confessou que queria chegar a 64 assassinatos (o mesmo número das casas de um tabuleiro de xadrez).
Pichushkin cometeu a maioria de seus crimes com a ajuda de um martelo, com o qual batia em suas vítimas até a morte, e depois jogava o corpo em poços de água e esgotos.
Seu primeiro assassinato foi cometido em 1992, quando, com 18 anos recém-completados, empurrou pela janela um amigo do colégio, com quem disputava o amor de uma colega, e o último foi em junho do ano passado, quando matou uma conhecida.
A polícia chegou a Pichushkin poucos dias depois, graças à mensagem de uma secretária eletrônica na qual uma das vítimas dizia ao filho com quem e onde ia passear, e dava o número de telefone de seu acompanhante, que seria o assassino.
"Se não tivessem me pegado, nunca teria parado. As vidas de muitas pessoas foram salvas", disse o russo durante o processo.
Leia mais:
Serial killer russo diz que matar é "como sentir amor"

Leia o que já foi publicado sobre serial killers

Confissões de um canibal

'Carne humana tem gosto de porco', diz canibal na TV:

Der Spiegel, Berlim

Armin Meiwes, o canibal alemão condenado em 2006 à prisão perpétua por ter matado e comido um homem que queria ser devorado, descreveu como o sabor era de carne de porco e como preparou uma elaborada refeição de filé humano. “A carne tem gosto de carne de porco, um pouquinho mais amarga, mais forte. Tem um gosto muito bom”, disse ele em sua primeira entrevista na TV alemã, exibida na segunda-feira à noite.Meiwes, hoje com 46 anos, matou Bernd Brandes, que tinha 42, em março de 2001. O caso veio à luz em 2002. Meiwes filmou-se matando e retalhando Brandes, a quem conhecera depois de deixar mensagens em salas de bate-papo na internet procurando “homens para abater”.“Pessoas que não conseguem lidar com isso acham monstruoso. Mas, em princípio, sou um ser humano normal”, disse Meiwes a seu entrevistador, Günter Stampf, que escreveu o livro Entrevista com um Canibal, baseado em 30 encontros com ele na prisão. “Refoguei o filé de Bernd com sal, pimenta, alho, noz-moscada. Eu o comi com croquetes, couve-de-bruxelas e um molho de pimenta verde”, contou.No julgamento, Meiwes afirmou que sempre sonhara ter um irmão mais novo - “alguém que fosse parte de mim” - e ficara fascinado com o canibalismo como forma de consumar sua obsessão. Ele encontrou o par perfeito em Brandes, que era obcecado por ser comido. “A primeira mordida foi peculiar, um sentimento indefinível, porque eu ansiara por isso durante 30 anos, uma conexão íntima que se tornaria perfeita por meio dessa carne”, disse ele na entrevista.Um exame psiquiátrico feito antes do julgamento concluiu que Meiwes não é louco, mas tem a “alma seriamente perturbada”. “Quero me submeter a terapia, sei que preciso disso e espero ficar bom em algum momento”, disse ele.
Fonte: O Estado de S. Paulo

MORTE NO TRÂNSITO

Uma mulher de 51 anos morreu nesta sexta-feira após ser arrastada por cerca de 150 metros no Rio de Janeiro. A enfermeira Virgínia Sant'Anna de Almeida foi atropelada na noite desta quinta-feira após fuga de uma quadrilha criminosa que roubava quatro carros. Ela perdeu os dedos da mão, teve parte de couro cabeludo arrancado e fraturas múltiplas pelo corpo. A vítima foi internada em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos.


As circunstâncias reais sobre o acidente ainda não foram esclarecidas. De acordo com investigações da polícia, a enfermeira estava em pé na calçada perto de casa em Del Castilho, no subúrbio do Rio, e foi arrastada por um Fiat Palio branco. A delegacia ainda se investiga se ela foi atropelada por bandidos ou por um motorista que tentava escapar da ação dos ladrões. A ação dos bandidos começou no Méier, no subúrbio do Rio. Policiais localizaram o grupo e começou a perseguição por vários bairros da zona norte. A quadrilha se dividiu e a PM conseguiu prender Paulo Ricardo Silva de Almeida, 20 anos. Com ele, os policiais apreenderam uma arma calibre 32 com todas as cápsulas já usadas. Outra parte seguiu para Del Castilho, onde Virgínia foi atropelada na rua Bamboré, onde mora. Segundo os investigadores, outros dois suspeitos conseguiram fugir e roubaram um Fiat Uno.

ENTERRADOS VIVOS

Portadores de HIV 'são enterrados vivos' em Papua Nova Guiné:
Diversidade de línguas dificultaria concientização sobre a doença.


Portadores do vírus HIV, que provoca a Aids, estão sendo enterrados vivos por suas próprias famílias em Papua Nova Guiné, afirma uma assistente social do país, no oeste do Oceano Pacífico.
Segundo Margaret Marabe, as famílias estão tomando esta decisão porque não têm condições de cuidar dos enfermos ou por medo de contrair a doença.
A assistente diz ter testemunhado o sepultamento de pessoas vivas com seus próprios olhos durante uma viagem de cinco meses pelas montanhas do sul do país.
Estima-se que cerca de 2% dos seis milhões de habitantes de Papua Nova Guiné sejam portadores do HIV, sendo que os diagnósticos de novas infecções aumentam em 30% a cada ano.
Agências de saúde internacionais já alertaram para a necessidade de adotar medidas para evitar que milhares sejam contaminados.

Gritos:
No início do ano, Margaret Marabe, uma conhecida ativista de Papua Nova Guiné, fez uma campanha de conscientização em uma região do país conhecida como Tari.
"Vi três pessoas (serem enterradas vivas) com meus próprios olhos. Quando ficaram muito doentes e as pessoas não podiam mais tomar conta delas, foram enterradas", disse Marabe a jornalistas.
Ela descreveu um episódio em que uma pessoa gritava "mãe, mãe" enquanto a terra era jogada sobre sua cabeça.
Segundo Marabe, os habitantes dos vilarejos disseram que esse tipo de acontecimento era comum.
A ativista, presidente da organização humanitária Igat Hope, que lida com portadores do HIV, disse que as pessoas em regiões remotas do país não têm conhecimentos sobre a Aids.
Ela pediu ao governo que tome providências com urgência.
"Não há centros de treinamento para voluntários em Tari. Também não há programas de treinamento sobre o HIV", disse a assistente social ao jornal Post-Courier, da Papua Nova Guiné.

Bruxaria:
Em entrevista à BBC no ano passado, o ministro da Saúde do país, Nicholas Mann, disse que a variedade de línguas e culturas existentes no país tornava mais difícil conscientizar a população sobre a Aids.
Ele acrescentou, no entanto, que o primeiro-ministro, Michael Somare, tinha assumido responsabilidade sobre o assunto, e que o governo estava trabalhando com agências em uma ação coordenada para lidar com a crise.
A Aids é transmitida no país principalmente por meio de contato sexual entre homem e mulher, e os infectados são vistos como vítimas de bruxaria.
Segundo autoridades e pesquisadores, mulheres acusadas de bruxaria são torturadas e mortas por grupos que as acusam de ser responsáveis pela epidemia.
Líderes da igreja descreveram casos de pacientes que foram jogados do alto de pontes ou deixados em quintais até morrerem de fome, disse o repórter da BBC em Sydney, Phil Mercer.

MÃE CULPA "SATÃ" POR FILHA QUEIMADA EM MICROONDAS


A mãe do bebê que foi queimado num forno de microondas pelo próprio pai culpou o demônio, e não seu marido, pelo incidente, informa a emissora KHOU-TV, do Estado americano do Texas.

Eva Marie Mauldin disse que "Satã" forçou seu marido, Joshua Mauldin, 19 anos, a colocar o bebê no forno, porque a entidade maligna "desaprovava o esforço de Joshua para se tornar um pastor religioso". "Satã viu em meu marido uma ameaça", disse a mãe do bebê à emissora.

Um júri foi convocado para a audiência de Mauldin depois de depoimentos que indicavam que ele colocou a própria filha de dois meses de idade no microondas de um quarto de motel durante 10 ou 20 segundos.

A criança permanece hospitalizada. Ela sofreu queimaduras de terceiro grau no lado esquerdo do corpo e do rosto, informaram os policiais.

As autoridades declararam que Mauldin admitiu ter colocado a filha no microondas porque estava sob grande estresse. Mas sua mulher negou. "Ele nunca faria nada para machucá-la. Ele ama a filha."

Eva disse que espera para conseguir reencontrar a filha. Entretanto, o Serviço de Proteção Infantil trabalha para tirar a guarda da criança dos pais.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1619344-EI8141,00.html

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