PROFECIA BÍBLICA:

ESTÁ ESCRITO:
"Sabe, porém isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. destes afasta-te". (Bíblia Sagrada - II Timóteo 3:1-5)

Austríaco mata cinco familiares com machado

Um homem de Viena matou cinco membros da sua família, incluindo a filha de 7 anos, e depois se entregou, dizendo ter problemas financeiros, informou a polícia austríaca na quarta-feira 14/05/2008.

Os mortos são a esposa, a filha, os pais e o sogro dele.
O homem, de 39 anos, confessou à polícia no início da quarta-feira. Ele pediu dinheiro emprestado aos parentes, perdeu em negócios especulativos que deram errado e afirmou que quis poupar os familiares do escândalo.
Policiais foram ao apartamento dele em Viena e descobriram os corpos da esposa e da filha. Os pais dele foram encontrados em Ansfelden, oeste da capital do país. Os restos do sogro estavam perto da cidade de Linz.
"Como motivo, ele deu as grandes dificuldades financeiras", afirmou um porta-voz da polícia.
O machado foi encontrado no carro do austríaco.

Isabela foi espancada e jogada pela janela...

Peritos concluem que Isabella foi espancada antes de morrer:


Menina foi asfixiada e jogada de cabeça para baixo da janela do sexto andar. Perícia apontou que marcas na porta do apartamento e no carro não são de sangue.


Peritos da Polícia Civil de São Paulo concluíram que a menina Isabella Nardoni, de 5 anos, foi espancada e asfixiada dentro do apartamento, antes de ser jogada pela janela do sexto andar na noite de sábado (29/03/2008). Os peritos não encontraram sangue fora do apartamento: as análises apontaram que marcas na porta da residência, na maçaneta e no banco traseiro do carro de Alexandre Nardoni não são de sangue.

As provas períciais, por enquanto, dão as seguintes pistas: o assassino, ainda não identificado, teria agredido e esganado a menina com as mãos dentro do apartamento, antes do último ato de brutalidade.
Nesta segunda-feira (07/04/2008), nove dias depois do crime, peritos voltaram ao apartamento. Eles querem esclarecer como e onde o assassino machucou a testa da menina. Essa é uma das dúvidas que cercam a morte, entretanto não foram achadas marcas de sangue em nenhuma quina de móvel dentro da casa.Na primeira perícia foi encontrado sangue no apartamento. Não se sabe de quem é, mas é certo que havia pingos em vários pontos: no chão do hall de entrada, em frente à porta da cozinha e no corredor que dá acesso aos três quartos. Os peritos observaram que, pelo tipo de mancha, a vítima estava a cerca de um metro do chão. Marcas de sangue foram encontradas também no lado externo da porta do quarto de Isabella; no lençol de uma das camas do quarto dos irmãos de Isabella, junto a uma pegada de sapato de pessoa adulta; na cama ao lado da parede e nas bordas do buraco feito na rede de proteção da janela. Com base nas provas técnicas os peritos concluíram: o assassino de Isabella de fato arremessou a menina pelo buraco da rede. No momento da queda, ela estava desmaiada. Segundo a perícia, Isabella foi jogada de cabeça para baixo, tanto que as marcas das mãos dela ficaram logo abaixo da janela, na fachada do prédio. Veja cronologia do caso O corpo da menina se descolou da parede e caiu no gramado do jardim, o que amorteceu o impacto. A queda provocou uma fratura na parte posterior da bacia, como a perícia constatou.

A outra fratura, no pulso esquerdo, de acordo com os peritos, foi provocada antes da queda, assim como o corte de dois centímetros na testa, por onde Isabella perdeu muito sangue. Ainda segundo os peritos, a menina apresentava sinais típicos de asfixia: manchas no pescoço e na nuca, outras manchas avermelhadas no pulmão e língua projetada para frente.


Habeas corpus
Nesta segunda-feira, a defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entrou com pedido de habeas corpus. Três advogados do casal chegaram às 17h05 ao prédio do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ), na região central de São Paulo, para protocolar o pedido. Se deferido, eles poderão acompanhar as investigações em liberdade.


Sigilo
A assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou na tarde desta segunda-feira que foi suspenso o segredo de Justiça no caso. No final da tarde, porém, o delegado Calixto Calil Filho, que apura a morte da garota Isabella Nardoni, determinou sigilo no inquérito policial.


Um caso para não esquecer...

Um caso para não esquecer!

Horror íntimo ou vocação coletiva para envergar a toga? Catarse pessoal ou sumarização da justiça? Tragédia ou circo midiático? A morte da menina Isabella Nardoni toca na emoção do país inteiro, qualquer que seja a conclusão do inquérito.

ALBERTO DINES, Jornalista

O Brasil festeiro, erotizado, apressado, partidarizado e narcisado faz uma breve pausa para pensar. Pensar e sofrer, individuar-se e abandonar a manada equalizadora. Tal como aconteceu com o menino João Hélio, despedaçado nas ruas do Rio em Fevereiro de 2007, uma criança incapaz de emitir mensagens cala a estupidez reinante e avisa que é hora de incomodar-se.
A dengue, a tremenda pressão mundial no preço dos alimentos, o narcotráfico, o genocídio no Sudão, a guerra religiosa no Iraque, a repressão chinesa no Tibete e o ódio solto no Oriente Médio certamente causarão a morte de milhares ou milhões de crianças pelo mundo afora.
Mas esta criança singularizada pela tragédia, subitamente emudecida por uma bestialidade insuspeitada, despertou nossa humanidade. Numa questão de horas, converteu em órfãos a imensa nação dos adultos.
Ninguém se importa com a prática do infanticídio em algumas tribos indígenas, defendida com empenho por antropólogos (“Folha de S. Paulo, 6/4). A cada dez horas, uma criança é assassinada, o Ministério da Saúde contabiliza, em seis anos, 5.049 mortes de meninos e meninas até 14 anos (“Globo”, 6/4/). Normal. A pedofilia e a prostituição infantil são encaradas com naturalidade, parte da “vida moderna”, incentiva o turismo.
A queda de Isabella deu um tranco nos bons costumes. Por alguns momentos sacudiu modos e modas, Ao contrário de João Hélio seu companheiro de infortúnio e martírio, a menina não acionou nossa compulsão legiferante. Até agora não apareceu um político oportunista para propor alguma lei absurda contra tragédias.
Até mesmo a parvoíce das autoridades incapazes de compreender a questão do segredo de justiça ou as disparatadas suspeitas vocalizadas incessantemente pela mídia antes mesmo de investigadas não conseguem sobrepor-se à soturna perplexidade que, por milagre, infiltra-se nos espíritos.
Imunizada contra a solidariedade, desumanizada por um debate partidário que na realidade só responde à pergunta “o que é que eu ganho com isso?”, a sociedade brasileira sempre se perfilou no bloco do “não-me-importa”. Envergonha-se de exibir o coração partido, mas agora oferece sutis indícios de sensibilização.
A dúvida sobre quem matou Isabella é tão dilacerante quanto a certeza de que alguém a matou. O filosófico e angustiante “por que?” começa a equiparar-se ao policialesco “quem?”. Os enigmas serão desfeitos, culpados logo aparecerão -- inevitável. A questão que deve permanecer e atazanar as almas e os espíritos relaciona-se com a mecânica da bestialidade. Desafio destinado a não consumar-se, exercício infindável, por isso salutar tanto para religiosos como para agnósticos, para céticos e idealistas, revolucionários e conservadores. Ignorar o animal que convive com o ser humano é próprio dos bárbaros.
Isabella é uma dolorosa oportunidade para questionamentos. Nações aturdidas, empurradas por sensações são incapazes de maturar sentimentos contínuos, comprometidas com éticas espasmódicas.
A morte de Isabella é um caso para não esquecer e aguilhoar.

Acusado de assassinato tatuou nome da vítima no braço

Reprodução de foto da tatuagem no braço do motoboy Robson Pereira Granja, de 26 anos, que mandou matar José Adriano, que tinha 27 anos, o amante de sua mulher, depois que descobriu que estava sendo traído, no ano passado. A tatuagem, feita no braço direito, tem o nome da vítima- José Adriano Menezes de Souza, a data do crime (21 de novembro) e o desenho de um caixão.


A investigação do assassinato durou cinco meses, até surgir o suspeito de ser o mandante. Tratava-se de Robson Pereira Granja, um motoboy de 26 anos. Ele assumiu o crime, uma mera formalidade, pois Robson trazia a confissão tatuada em seu braço direito. Dois meses depois de mandar matar o segurança José Adriano Menezes, de 27 anos, o motoboy mandou tatuar o nome de sua vítima em cima de um caixão e da data do crime: 21 de novembro de 2007. E em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo ele garante ser o assassino.
Na tarde de ontem, a polícia pediu à Justiça que ele continue preso até o julgamento. Robson foi detido no dia 19. Além dele, os policiais prenderam o frentista Evangelista Pereira da Silva, de 28 anos. Silva é acusado de ser o executor. Menezes levou cinco tiros no ambulatório do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
O motivo do crime seria passional. O segurança mantinha um caso com a faxineira Cristiane Rodrigues Souza, de 22 anos, mulher de Robson. Eles trabalhavam no hospital e, em 2007, foram flagrados namorando em um banheiro. Como punição, a faxineira foi afastada e o segurança, transferido.
Segundo a delegada Flávia Maria Rollo, Robson levou Silva até o hospital para matar Menezes. Mas, ao depor, Robson isentou Silva. Disse que entrou no ambulatório, empurrou uma mulher e atirou cinco vezes na vítima com um revólver calibre 38. Afirmou ainda que matou porque Menezes o ameaçou. "Duas testemunhas reconheceram o Evangelista (Silva). O Robson pediu ao amigo que executasse a vítima porque temia ser reconhecido. Agora quer ajudá-lo", disse a delegada. Em janeiro, Robson fez a tatuagem. "Ele pensou que não ia ser mais importunado pela polícia." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Garota ateou fogo em colega em SP

A garota de 16 anos que ateou fogo na colega de escola de 14 anos se apresentou ontem ao promotor da Infância e da Juventude que a encaminhou à Fundação Casa. Ela estava acompanhada do pai, da irmã e do advogado. Na próxima semana, haverá uma audiência para definir o tempo de internação. A expectativa da defesa é que seja de seis meses a um ano. A agressão ocorreu no último dia 10. Grazielli, a menina agredida continua internada, com queimaduras de 3º grau.
Ontem, Samuel Menequelli, pai de Grazielli, estava pessimista com relação ao estado de saúde da moça. Ela foi submetida a uma cirurgia para retirada da pele. "E o que os médicos descobriram foi muito ruim. Ela teve queimaduras de 3º grau em mais partes do corpo, vai precisar de mais enxertos onde não se imaginava", contou. "O maior problema agora é o alto risco de infecção."
As duas garotas estudavam na Escola Estadual Guiomar Rocha Rinaldi, na zona oeste de São Paulo. Depois de uma semana negando conhecer os conflitos entre as alunas, a direção da escola admitiu ontem que uma professora havia tentado conversar com a agressora. Entretanto, as versões do colégio e da infratora são divergentes. As informações são do Jornal da Tarde

Mortos e congelados

A Justiça alemã condenou hoje a doze anos de prisão a mãe que matou dois de seus filhos ao nascer e depois colocou seus cadáveres no congelador de sua casa.

Os corpos dos bebês, um menino e uma menina nascidos em 2002 e 2004, respectivamente, foram descobertos pelo filho adolescente da mulher quando buscava algo para comer no congelador do porão.
A mãe, de 35 anos, confessou o crime, e disse ter matado as crianças porque não queria que elas atrapalhassem sua carreira profissional.
Os corpos, que estavam embalados em plástico, foram encontrados em abril pelo filho de 15 anos e por um amigo seu, que alertaram a Polícia. A mulher foi detida na mesma noite, na casa de seu companheiro.

A crueldade contra os animais é crime contra a humanidade!!!



Uma ativista pelos direitos do animais protesta contra o hábito de se comer cachorros em Seul, na Coréia do Sul. A manifestante segura um filhote e uma placa que diz: 'Meu nome é Choonja. Por favor, não coma Choonja'. O protesto se opõe ao governo de Seul que propôs ao governo do país que os cachorros sejam colocados na mesma categoria que a carne bovina e a carne de frango, para que haja regulamentação da produção industrial de carne canina e aumento nas inspeções sanaitárias.

Jantar Canibal

Homem cozinha corpo e serve a amigos para ocultar assassinato!
O cúmplice de um assassinato decidiu cozinhar o cadáver e servi-lo a seus amigos para ocultar o crime, informou hoje a Promotoria da região siberiana de Tiumen.

"No começo de novembro foram encontrados restos humanos em uma casa de Tiumen" onde ele havia se reunido com vários amigos, informou Timur Lviv, funcionário da Promotoria que investiga o caso, segundo a agência "Interfax".
Lviv informou que "o dono da casa esquartejou o cadáver, o cozinhou e o ofereceu a seus convidados, que não suspeitaram de nada".
Desta maneira, o proprietário pretendia ajudar a suposta assassina a apagar os rastros do crime, disse.
"Eles acharam que era perigoso dar o corpo para os cachorros comerem, por isso decidiram queimar os ossos e servir a carne", indicou.
Alguns dos convidados se surpreenderam com o estranho sabor da carne que, segundo o anfitrião, se devia a temperos diferentes.
O canibalismo não está contemplado no código penal da Rússia, e por isso o proprietário do apartamento deve ser acusado somente de "cumplicidade em assassinato", indicou Lviv.
O caso de canibalismo mais famoso na história da Rússia é o de Andrei Chikatilo, assassino em série que matou e comeu partes dos corpos de 52 crianças e mulheres.
Chikatilo foi condenado à morte e executado em fevereiro de 1994.

Terrorismo covarde

Crianças estão entre os mortos no atentado do Afeganistão:

Cinco professores e 59 estudantes estão entre as 75 pessoas que morreram no atentado de terça-feira contra uma comitiva parlamentar no norte do Afeganistão, informou hoje o Ministério de Educação daquele país.
O ataque na província de Baghlan foi o mais sangrento desde a queda do regime Taleban. Também ficaram feridos 96 estudantes, disse à Efe o porta-voz do Ministério, Zuhor Afghan.
O porta-voz detalhou que os estudantes tinham de 8 a 18 anos. As outras vítimas foram seis deputados e cinco guarda-costas. Entre os mortos e feridos não há nenhuma menina.
O Ministério da Educação já ordenou que as escolas não permitam que nenhum estudante participe de qualquer tipo de ato ou reunião política, segundo o porta-voz.
A bandeira afegã ainda tremula a meio mastro, em sinal de luto pelas vítimas do brutal atentado terrorista.
O presidente afegão, Hamid Karzai, responsabilizou os "inimigos do Afeganistão". O governo usa a expressão para se referir aos talebans, que no entanto negaram a autoria do atentado.
O atentado aconteceu na terça-feira, quando uma explosão atingiu uma comitiva de deputados que visitava a região e vários estudantes reunidos numa fábrica de açúcar para dar as boas-vindas aos parlamentares.

Maníaco do martelo

Rússia condena serial killer à prisão perpétua por 48 assassinatos:

A Justiça russa condenou hoje à prisão perpétua o assassino em série Alexander Pichushkin, 33, conhecido como "maníaco do martelo", por 48 homicídios e três tentativas de assassinato.
"A fim de restabelecer a justiça social e evitar a execução de novos crimes, esta Corte condena Pichushkin à prisão perpétua", afirma a decisão do Tribunal Urbano de Moscou, segundo as agências russas.
O serial killer Alexander Pichushkin, condenado à prisão perpétua:
O juiz Vladimir Usov justificou o veredicto pela "extraordinária periculosidade para a sociedade" do assassino em série.
Em 24 de outubro, um júri popular o tinha declarado culpado por 48 assassinatos, em sua maioria cometidos no parque de Bittsa, em Moscou, com a ajuda de um martelo, segundo as agências russas.
Pichushkin, ex-funcionário de um supermercado, assume a culpa, mas diz que não se arrepende e que assassinou, no total, 60 pessoas, o que ainda está sendo investigado pela Promotoria.
Além disso, a pedido do procurador de Moscou, Yuri Siomin, o juiz estabeleceu que o condenado terá que fazer um tratamento psiquiátrico obrigatório.
No entanto, o juiz ressaltou que Pichushkin estava em "pleno uso de suas faculdades mentais" quando cometeu os assassinatos.
Xadrez:
Durante o processo, o maníaco confessou que queria chegar a 64 assassinatos (o mesmo número das casas de um tabuleiro de xadrez).
Pichushkin cometeu a maioria de seus crimes com a ajuda de um martelo, com o qual batia em suas vítimas até a morte, e depois jogava o corpo em poços de água e esgotos.
Seu primeiro assassinato foi cometido em 1992, quando, com 18 anos recém-completados, empurrou pela janela um amigo do colégio, com quem disputava o amor de uma colega, e o último foi em junho do ano passado, quando matou uma conhecida.
A polícia chegou a Pichushkin poucos dias depois, graças à mensagem de uma secretária eletrônica na qual uma das vítimas dizia ao filho com quem e onde ia passear, e dava o número de telefone de seu acompanhante, que seria o assassino.
"Se não tivessem me pegado, nunca teria parado. As vidas de muitas pessoas foram salvas", disse o russo durante o processo.
Leia mais:
Serial killer russo diz que matar é "como sentir amor"

Leia o que já foi publicado sobre serial killers

Confissões de um canibal

'Carne humana tem gosto de porco', diz canibal na TV:

Der Spiegel, Berlim

Armin Meiwes, o canibal alemão condenado em 2006 à prisão perpétua por ter matado e comido um homem que queria ser devorado, descreveu como o sabor era de carne de porco e como preparou uma elaborada refeição de filé humano. “A carne tem gosto de carne de porco, um pouquinho mais amarga, mais forte. Tem um gosto muito bom”, disse ele em sua primeira entrevista na TV alemã, exibida na segunda-feira à noite.Meiwes, hoje com 46 anos, matou Bernd Brandes, que tinha 42, em março de 2001. O caso veio à luz em 2002. Meiwes filmou-se matando e retalhando Brandes, a quem conhecera depois de deixar mensagens em salas de bate-papo na internet procurando “homens para abater”.“Pessoas que não conseguem lidar com isso acham monstruoso. Mas, em princípio, sou um ser humano normal”, disse Meiwes a seu entrevistador, Günter Stampf, que escreveu o livro Entrevista com um Canibal, baseado em 30 encontros com ele na prisão. “Refoguei o filé de Bernd com sal, pimenta, alho, noz-moscada. Eu o comi com croquetes, couve-de-bruxelas e um molho de pimenta verde”, contou.No julgamento, Meiwes afirmou que sempre sonhara ter um irmão mais novo - “alguém que fosse parte de mim” - e ficara fascinado com o canibalismo como forma de consumar sua obsessão. Ele encontrou o par perfeito em Brandes, que era obcecado por ser comido. “A primeira mordida foi peculiar, um sentimento indefinível, porque eu ansiara por isso durante 30 anos, uma conexão íntima que se tornaria perfeita por meio dessa carne”, disse ele na entrevista.Um exame psiquiátrico feito antes do julgamento concluiu que Meiwes não é louco, mas tem a “alma seriamente perturbada”. “Quero me submeter a terapia, sei que preciso disso e espero ficar bom em algum momento”, disse ele.
Fonte: O Estado de S. Paulo

Pedofilia

Travesti levou à prisão de pedófilo canadense na Tailândia:

Um travesti de 25 anos levou a polícia tailandesa a prender o pedófilo canadense Christopher Neil, 32, que era procurado pela Interpol [polícia internacional] depois de divulgar na internet imagens em que aparecia abusando sexualmente de crianças.
Segundo o chefe de polícia Paisal Luesomboon, Neil -- que foi detido na Província de Nakhon Ratchasima, 250 km ao nordeste de Bancoc -- não resistiu à prisão, mas não disse quase nada aos policiais. A área não é turística, e nela vivem poucos estrangeiros.

Divulgação
Imagem antiga do pedófilo (à esq), e registro de sua chegada à delegacia após prisão (à dir.)
"As únicas palavras ditas foram para confirmar seu nome", disse o chefe da polícia. De acordo com Luesomboon, o esconderijo de Neil foi encontrado por meio do rastreamento de ligações telefônicas de um travesti de 25 anos, com quem o pedófilo teria se relacionado.
Após alerta da Interpol, o chefe de polícia Phanthana Nutchanart enviou agentes para a área de Patpong, em Bancoc, e para a cidade litorânea de Pattaya, pontos conhecidos de travestis.
Depois de verem fotografias de Neil tiradas por uma câmera de segurança do aeroporto em sua chegada a Bancoc, há uma semana, travestis de Pattaya disseram aos policiais que teriam visto o pedófilo na companhia de um travesti de 25 anos, que usavao codinome Ohm.
No entanto, ambos já teriam deixado a cidade antes da chegada dos policiais. A polícia chegou ao verdadeiro nome de Ohm por meio do cadastro nacional de cidadãos, e descobriu que ele vinha da Província de Chaiyaphume.
A partir daí, suas ligações telefônicas foram rastreadas, e descobriu-se que os dois teriam seguido de Pattaya para Chaiyaphume e, em seguida, para Nakhon Ratchasima.
O último número discado por Ohm foi para um amigo de Nakhon Ratchasima, que disse à polícia que ele tinha alugado uma casa na região, e passou o endereço onde Neil foi achado.

Vítimas
Autoridades tailandesas emitiram ontem uma ordem de detenção contra Neil, pelo suposto abuso sexual de duas crianças na Tailândia.
Segundo o depoimento de dois garotos, ele pagou para praticar sexo oral com eles em um apartamento de Bancoc, há quatro anos, quando tinham 13 e 14 anos de idade.
A polícia tailandesa diz acreditar que mais vítimas do pedófilo surgirão após a detenção.
"Pelas imagens divulgadas na internet, ao menos cinco ou sete crianças menores de 10 anos foram abusadas por ele, entre elas uma menina", disse o chefe da polícia Wongkot Maneerin.Neil já viveu na Tailândia, onde deu aulas de inglês em uma escola de Bancoc.
Detetives de vários países tentavam deter o pedófilo depois que a polícia alemã descobriu fotografias de seus abusos na internet. As fotos teriam sido feitas no Vietnã e no Camboja.
O rosto de Neil aparecia distorcido nas imagens, mas especialistas alemãs conseguiram reconstituir a imagem e identificá-lo. Em seguida, ele passou a ser procurado pela Interpol.
Após o início das buscas, ele deixou abruptamente a Coréia do Sul, onde dava aulas de inglês, e voou para a Tailândia, onde foi fotografado de óculos e com a cabeça raspada.

Extradição
Neil pode ser condenado a até 20 anos de prisão na Tailândia. Segundo Wongkot, ele será julgado em Bancoc, mas poderá ser extraditado após cumprir a pena.
"Mas ele será julgado na Tailândia primeiramente", afirmou o chefe de polícia.
O Canadá não revelou se possui a intenção de pedir a extradição de Neil.
"Nós estamos cientes de sua detenção, e ofereceremos serviços consulares se necessário", disse o porta-voz da Embaixada do Canadá em Bancoc.
O Camboja e o Vietnã também poderão interrogar o pedófilo.
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Matou, esquartejou e praticou canibalismo!

Escritor é suspeito de matar e cozinhar ex-namorada:


Um escritor de histórias de terror foi detido na Cidade do México, nesta semana, sob suspeita de matar, esquartejar e comer partes do corpo de sua ex-namorada. Agentes da polícia foram ao apartamento de José Luis Calva, no bairro de Guerreiro para detê-lo em investigação sobre homicídio de uma mulher e encontraram o corpo de Alejandra Galeana Garavito, 30 anos, esquartejado.
Ao chegar ao apartamento, os policiais encontraram um braço cozinhando em uma panela e restos de carne em uma frigideira. O tronco da mulher estava em um armário. Na geladeira, foi achada uma perna e vários ossos estavam em uma caixa de cereal. José Luis Calva tentou fugir ao ser detido pela polícia.
No apartamento, ainda foi achada um texto inconcluído intitulado "Instintos Canibais ou 12 dias", que fala sobre canibalismo, sexo, sadomasoquismo e coprofagia (hábito de comer fezes).

Irmãos são mortos a facadas

SÃO PAULO - O Grupo de Operações Especiais da Polícia Militar encontrou nesta manhã os corpos dos dois adolescentes desaparecidos desde domingo na Serra da Cantareira. Segundo o capitão Luiz Renato Fiori, os corpos estão mutilados e apresentam diversas perfurações, possivelmente, feitas por uma faca. Há suspeitas também de que os irmãos Josenildo, 13 anos, e Francisco de Oliveira, 15 anos, possam ter sofrido violência sexual.
Os corpos foram achados por volta das 11h30 desta terça-feira a 1,5 km do local onde eles entraram na mata da Serra da Cantareira. O local, segundo moradores, seria muito usado por adeptos de magia negra e até ossos já haviam sido achados por lá.
Os corpos encontrados pelo Grupo de Operações Especiais da PM devem ser levados ao final da tarde para o Instituto Médico Legal (IML) para uma perícia completa.
Leia mais sobre: desaparecimento, violência

MENINA DE QUATRO ANOS É MORTA BRUTALMENTE

A morte inexplicada de Amanda

Vizinho que confessou assassinato de menina diz que a “amassou como uma latinha”

A menina de quatro anos se aproxima na bicicleta amarela. Quer brincar. O vizinho, transtornado pela cocaína e por quatro pedras de crack, a manda embora. Ela não vai. Larga a bicicleta e segue ao encontro do rapaz de 25 anos, perto de um matagal, nos fundos da casa dele. Minutos depois, a mão tatuada de Vanderlei aperta seu pescoço, até que ela fique sem ar. “Foi como amassar uma latinha”, diz.Essa é a versão de Vanderlei Farias Leal, suspeito de matar Amanda da Silva em Balneário Piçarras, no Litoral Norte, na tarde de terça-feira. Preso, ele confessou o crime e deve ser interrogado novamente hoje. Ontem, a menina foi sepultada, entre lágrimas e protestos. Nas ruas de casas simples do bairro Querosene, só se fala na frieza de Vanderlei, que ajudou o pai de Amanda, seu conterrâneo Adão, a procurá-la. Os dois são de Ivaiporã (PR).A criança sumiu às 15 horas de terça. “No outro dia de manhã ele veio pedir uma foice. Disse que ia procurar no mato. Foi direto lá. Como ia saber chegar?”, questiona Valdinéia Aparecida Gimenes, mãe da menina. Desconfiada, ela chamou a polícia. “Ele não incomodava ninguém. Brincava com as crianças. Nunca arrumou confusão”, dizem os vizinhos. Temendo agressões na delegacia, Vanderlei demonstra frieza e medo. “Nunca fui de briga. Meu problema é a droga”. Cerca de R$ 100,00 dos R$ 250,00 que ele recebia por mês como catador eram para as drogas.Ele morava de aluguel (R$ 50,00 mensais) num quartinho noutra casa tão humilde quanto a de Amanda. Tanto a dona da casa quanto o homem que o trouxe do Paraná estão arrasados. A família de Amanda vai deixar a cidade.A reconstituição deve ocorrer “quando a comunidade estiver mais calma”, segundo a polícia. Em dez dias, o inquérito deve chegar ao Ministério Público. Até lá, o laudo com a causa da morte deve estar concluído. A hipótese da polícia é estrangulamento.
rodrigo.stupp@an.com.br

“Isso não é um homem. Ele tem uma pedra no lugar do coração.” Valdinéia Gimenes, a mãe.

“Fico sem saber como ele andou comigo o tempo todo, batendo nas casas atrás dela.”Adão da Silva, o pai.

"Eu sou um monstro"
Viciado assumido em drogas desde os nove anos, o paranaense Vanderlei Farias Leal, 23 anos, mora desde o início do ano em Balneário Piçarras. Ele ainda não contou aos pais o que confessou à polícia. Isolado numa cela, tem medo de ser agredido por outros presos, e não cogita reencontrar os familiares de Amanda.
A Notícia – Você a matou?Vanderlei Farias Leal – Sim, eu matei. Estou arrependido com o que fiz. Não sei o que houve...
AN – E por que fez isso?Vanderlei – Era a droga. Sobe para a cabeça, e eu vi tudo embaçado... Eu vi um corpo de mulher na minha frente... achei que fosse uma mulher.
AN – Você a agrediu? A violentou sexualmente, tentou fazer isso?Vanderlei – Não, não fiz isso. Eu não fiz isso (repete seguidas vezes).
AN – Mas ela tinha hematomas no rosto...Vanderlei – Eu arrastei ela no mato. Pode ser que tenha batido em alguma árvore, alguma coisa que não vi.
AN – Onde você a matou? Lá dentro do matagal?Vanderlei – Eu estrangulei ela perto da casa. Até ela parar de respirar. Depois levei pra dentro do mato, mas não sei se estava viva.
AN – Se não queria agredir, pra que levar tão longe da casa?Vanderlei - Eu queria enterrar, mas não consegui. (Abaixa a cabeça por alguns instantes)
AN – Como você vê o que confessou ter feito?Vanderlei – Eu sou um monstro. Se eu pudesse voltar atrás... (pausa, olhar para baixo). Se fosse o pai dela, eu teria vontade de matar quem fez isso. Mas agora preciso pagar pelos meus crimes.

MORTE NO TRÂNSITO

Uma mulher de 51 anos morreu nesta sexta-feira após ser arrastada por cerca de 150 metros no Rio de Janeiro. A enfermeira Virgínia Sant'Anna de Almeida foi atropelada na noite desta quinta-feira após fuga de uma quadrilha criminosa que roubava quatro carros. Ela perdeu os dedos da mão, teve parte de couro cabeludo arrancado e fraturas múltiplas pelo corpo. A vítima foi internada em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos.


As circunstâncias reais sobre o acidente ainda não foram esclarecidas. De acordo com investigações da polícia, a enfermeira estava em pé na calçada perto de casa em Del Castilho, no subúrbio do Rio, e foi arrastada por um Fiat Palio branco. A delegacia ainda se investiga se ela foi atropelada por bandidos ou por um motorista que tentava escapar da ação dos ladrões. A ação dos bandidos começou no Méier, no subúrbio do Rio. Policiais localizaram o grupo e começou a perseguição por vários bairros da zona norte. A quadrilha se dividiu e a PM conseguiu prender Paulo Ricardo Silva de Almeida, 20 anos. Com ele, os policiais apreenderam uma arma calibre 32 com todas as cápsulas já usadas. Outra parte seguiu para Del Castilho, onde Virgínia foi atropelada na rua Bamboré, onde mora. Segundo os investigadores, outros dois suspeitos conseguiram fugir e roubaram um Fiat Uno.

ENTERRADOS VIVOS

Portadores de HIV 'são enterrados vivos' em Papua Nova Guiné:
Diversidade de línguas dificultaria concientização sobre a doença.


Portadores do vírus HIV, que provoca a Aids, estão sendo enterrados vivos por suas próprias famílias em Papua Nova Guiné, afirma uma assistente social do país, no oeste do Oceano Pacífico.
Segundo Margaret Marabe, as famílias estão tomando esta decisão porque não têm condições de cuidar dos enfermos ou por medo de contrair a doença.
A assistente diz ter testemunhado o sepultamento de pessoas vivas com seus próprios olhos durante uma viagem de cinco meses pelas montanhas do sul do país.
Estima-se que cerca de 2% dos seis milhões de habitantes de Papua Nova Guiné sejam portadores do HIV, sendo que os diagnósticos de novas infecções aumentam em 30% a cada ano.
Agências de saúde internacionais já alertaram para a necessidade de adotar medidas para evitar que milhares sejam contaminados.

Gritos:
No início do ano, Margaret Marabe, uma conhecida ativista de Papua Nova Guiné, fez uma campanha de conscientização em uma região do país conhecida como Tari.
"Vi três pessoas (serem enterradas vivas) com meus próprios olhos. Quando ficaram muito doentes e as pessoas não podiam mais tomar conta delas, foram enterradas", disse Marabe a jornalistas.
Ela descreveu um episódio em que uma pessoa gritava "mãe, mãe" enquanto a terra era jogada sobre sua cabeça.
Segundo Marabe, os habitantes dos vilarejos disseram que esse tipo de acontecimento era comum.
A ativista, presidente da organização humanitária Igat Hope, que lida com portadores do HIV, disse que as pessoas em regiões remotas do país não têm conhecimentos sobre a Aids.
Ela pediu ao governo que tome providências com urgência.
"Não há centros de treinamento para voluntários em Tari. Também não há programas de treinamento sobre o HIV", disse a assistente social ao jornal Post-Courier, da Papua Nova Guiné.

Bruxaria:
Em entrevista à BBC no ano passado, o ministro da Saúde do país, Nicholas Mann, disse que a variedade de línguas e culturas existentes no país tornava mais difícil conscientizar a população sobre a Aids.
Ele acrescentou, no entanto, que o primeiro-ministro, Michael Somare, tinha assumido responsabilidade sobre o assunto, e que o governo estava trabalhando com agências em uma ação coordenada para lidar com a crise.
A Aids é transmitida no país principalmente por meio de contato sexual entre homem e mulher, e os infectados são vistos como vítimas de bruxaria.
Segundo autoridades e pesquisadores, mulheres acusadas de bruxaria são torturadas e mortas por grupos que as acusam de ser responsáveis pela epidemia.
Líderes da igreja descreveram casos de pacientes que foram jogados do alto de pontes ou deixados em quintais até morrerem de fome, disse o repórter da BBC em Sydney, Phil Mercer.

MENINO DE 8 ANOS MORRE ENFORCADO

Um menino de 8 anos foi encontrado pela família, ontem, enforcado em uma árvore, no bairro Vila Maranhão, em São Luís, no Maranhão. O garoto Mauro Felipe Santos Oliveira estava desaparecido desde sábado, quando testemunhas o viram se afastar do local dos festejos do Divino Espírito Santo com um homem. Segundo a polícia, o garoto foi torturado, espancado e violentado. Ele estava pendurado em um cajueiro pela própria camisa. A polícia já iniciou as investigações atrás do principal suspeito de ter cometido o crime, que foi descrito por testemunhas.

VIOLENTADA, MORTA E CARBONIZADA

Amigos e parentes da estudante universitária Ana Cláudia Caron, de 18 anos, que foi morta após ter sido raptada na noite de terça-feira(21), próximo a uma academia de ginástica, em Curitiba, por dois homens, protestam em frente a academia, nesta sexta-feira, onde ela foi abordada. O corpo nu e carbonizado, foi encontrado na manhã de quinta-feira(23) na região metropolitana de Curitiba.

A polícia paranaense anunciou hoje à tarde a prisão de quatro acusados de serem os autores do assassinato da estudante universitária Ana Cláudia Caron, de 18 anos. A morte da jovem chocou os paranaenses e mobilizou uma força-tarefa organizada pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná, unindo diversas unidades especiais das polícias Civil e Militar. A arma do crime também foi apreendida.

Segundo a agência de notícias do governo paranaense, cerca de 36 horas depois de encontrar o corpo da estudante, a polícia colocou atrás das grades os quatro acusados como responsáveis pelo crime, que acabaram confessando o crime para a polícia.

A estudante foi levada, por volta das 19h de terça-feira (21), quando ia para a academia, próximo a um shopping, na região central de Curitiba. O corpo foi encontrado, carbonizado, na manhã de quinta-feira (23), em Almirante Tamandaré, na região Metropolitana de Curitiba.

Veículo incendiado

Na madrugada de sexta-feira (24), a polícia localizou, na região do Parque Tanguá, o veículo de Ana Cláudia, um Palio azul, incendiado, e então concentrou as buscas na região. Ainda na sexta-feira, a polícia divulgou um retrato-falado de um dos suspeitos que também ajudou a polícia nas investigações. Na noite de sábado (25), foram presos Ângela Ferraz da Silva, 22 anos, seu namorado, o adolescente A.S.,17 - que completa 18 anos neste domingo (26) - J.P.M., 15, e Weryckson Ricardo de Pontes, 19.

Segundo o delegado titular de Almirante Tamandaré, Jairo Estorilio, que também integrava a força-tarefa, Ângela e A.S. foram detidos na casa onde moravam, na região do Parque Tanguá. Na casa deles, a polícia encontrou todos os objetos levados da garota no momento do crime. "Roupas, brincos, bolsa, celular e outros pertences de Ana Cláudia", contou Estorilio. Todos os objetos já foram reconhecidos pelo pai da vítima.

De acordo com o delegado, Ângela levou a polícia até o outro adolescente, que morava na mesma região. Horas depois de encontrar os três, a policia prendeu Pontes. "Por enquanto, a participação de Weryckson se restringe ao desaparecimento da arma do crime", informou o delegado. Pontes foi preso na mesma região do Parque Tanguá. "Eles queriam roubar a moça. São usuários de drogas, inclusive, encontramos maconha na casa", explicou o delegado.

Abuso sexual

O delegado contou que Ângela afirmou que Ana Claudia ficou com eles, na terça-feira (21). "O A.S. contou com detalhes como ocorreu o crime. Tivemos a informação de que a estudante foi abusada sexualmente. Ângela foi conivente com tudo o que aconteceu, inclusive guardou o carro até eles decidirem se desfazer do veículo", disse. A polícia informou que uma testemunha já reconheceu A.S. e J.PM. como as pessoas que levaram a estudante próxima à academia, onde ocorreu o rapto.

Os quatro detidos vão responder por homicídio qualificado. O laudo do Instituo Médico Legal confirmará ainda a causa da morte e o possível confronto do material coletado do corpo da vítima. A participação de cada um deve ser definida pelo Ministério Público, assim que o inquérito for concluído.

TRAGÉDIA EM FAMÍLIA

Uma americana assassinou o marido e os dois filhos e depois se suicidou, informou a polícia de Dallas, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira. Os detetives encontraram um bilhete suicida na casa onde Andrea Roberts, 41 anos, vivia com o marido, Michael Lewis Roberts, 41 anos, e os dois filhos: Micayla, 11 anos, e Dylan, 7 anos.



As crianças e o marido morreram enquanto dormiam, com um tiro na cabeça, segundo a investigação. Os corpos foram encontrados pela mãe de Roberts, que foi checar o que estava acontecendo após receber um telefonema do chefe do filho dizendo que ele havia faltado a uma reunião de negócios.
A polícia não divulgou o conteúdo do bilhete suicida encontrado na residência. "Eles pareciam o casal ideal, a mãe ideal, o pai ideal", lamentou Tim Warren, vizinho da família há sete anos. "Os filhos eram a vida deles", complementou.
Após saberem da tragédia, amigos da família deixaram um urso de pelúcia, uma foto das crianças e flores em frente à casa. Em janeiro, a polícia esteve na residência dos Roberts devido a uma briga doméstica, mas ninguém se feriu ou foi preso.

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