PROFECIA BÍBLICA:

ESTÁ ESCRITO:
"Sabe, porém isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. destes afasta-te". (Bíblia Sagrada - II Timóteo 3:1-5)

HOMEM ARRASTA MULHER ATÉ A MORTE


Uma mulher morreu na Flórida após ser atingida intencionalmente por um caminhonente, cujo motorista a atropelou e em seguida a arrastou por vários quilômetros, informou a polícia local.

O crime chocante aconteceu no domingo à noite no condado de Broward, ao norte de Miami, quando Sandra Hall, 44 anos, viajava em um automóvel ao lado de um amigo e teve um acidente de trânsito com um homem que se chocou contra seu carro com uma caminhonete.

O homem fugiu e Sandra o perseguiu por vários quilômetros. Quando o trânsito parou, ela desceu do carro e ficou parada diante da caminhonete para evitar uma nova fuga. No entanto, o motorista acelerou e atingiu a mulher, que parou no capô, segundo a polícia.

O criminoso continuou dirigindo a caminhonete com a mulher em cima do veículo até que ela caiu e parou embaixo do veículo.

"Sandra Hall foi arrastada vários quilômetros em direção ao norte até que se soltou da parte inferior da caminhonete e caiu no asfalto", afirma o boletim policial de Broward.

A polícia iniciou uma intensa busca do suspeito, cujos únicos dados são o número parcial da placa da caminhonete.

ASSASSINADOS E ENTERRADOS NO QUINTAL DE CASA

Casal é morto e enterrado no quintal da própria casa:
Um ex-presidiário e sua mulher foram detidos ontem à noite na região da Água Rasa, zona leste da capital paulista, sob a acusação de duplo assassinato e ocultação de cadáver. As vítimas eram um casal que morava numa casa localizada em Vila Graciosa.
Um homem de 49 anos, que estava em liberdade condicional, e sua mulher, de 46, são acusados de matar Jorge de Araújo, de 53 anos, e a esposa deste, Maria da Glória Santos Colavatti, de 70. O crime teria ocorrido há cerca de 15 dias, na própria residência das vítimas, mas só foi descoberto ontem.
Um neto dos idosos decidiu visitar os avós, mas, ao chegar no imóvel, foi recebido por pelo ex-presidiário, que se identificou como pedreiro. O homem disse ao rapaz que o casal estava viajando e que estava apenas tomando conta do imóvel. Suspeitando da situação, o rapaz procurou ajuda de policiais militares da 3ª Companhia do 21º Batalhão, que foram até a casa e ouviram do falso pedreiro a mesma história.
No quintal:
No entanto, um dos policiais estranhou um pequeno monte de areia que havia no quintal e começou a averiguar o local com uma enxada. Foi quando subiu um forte odor. Revistando o suposto pedreiro, os policiais encontraram com ele cartões de crédito em nome de Maria da Glória. Os documentos de Jorge estavam espalhados dentro da casa.
O Corpo de Bombeiros foi chamado e, após escavações, os corpos do casal foram encontrados. Um vizinho disse que viu a idosa pela última vez na madrugada do dia 15, quando ouviu uma briga no quintal e a viu sendo puxada para dentro da casa. Acreditando tratar-se de uma briga entre o casal, o vizinho decidiu não interferir, mas os dias foram se passando e a idosa, que sempre saía de casa para dar um passeio com o cachorro, não o fez mais.
Móveis novos:
A dupla de acusados já estavam se desfazendo dos pertences das vítimas e adquirindo móveis novos para a residência, onde estavam morando com pelo menos um filho, de 16 anos. Eles foram encaminhados ao 56º Distrito Policial, na Vila Alpina, e, mesmo negando tudo, acabaram indiciados por duplo homicídio e ocultação de cadáveres pela delegada Adonilza Lopes de Oliveira. O adolescente foi liberado.

ASSASSINADO NO LOCAL DE TRABALHO

O médico perito José Rodrigues de Souza, 60 anos, foi baleado com um tiro na cabeça dentro de um posto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na cidade de Patrocínio (MG), nesta terça-feira. Ele foi encaminhado para o Hospital Santa Casa da cidade e está em estado grave. O criminoso seria um paciente, que ficou revoltado porque não conseguiu um laudo médico para poder se aposentar por invalidez. O homem foi dominado por um dos seguranças do INSS. Ele seria funcionário da prefeitura de Patrocínio.

MÃE E FILHOS ENFORCADOS

Três crianças e sua mãe foram encontrados enforcados em uma casa em Fort Worth, no Estado norte-americano do Texas, informou a polícia na terça-feira. Um xerife local disse que uma das crianças, um bebê de 8 meses, é o único sobrevivente. "Temos quatro mortos, três crianças e um adulto, que é a mãe delas", disse o xerife Larry Fowler. Segundo ele, em princípio, as mortes parecem se tratar de assassinato seguido de suicídio, mas as autoridades ainda investigam o caso.

BALA PERDIDA???

Morre bebê de gestante atingida por bala perdida no ABC:

Morreu hoje o bebê de Flávia Silveira da Silva, a gestante que foi atingida na cabeça por uma bala no último sábado, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O Hospital Estadual Mário Covas, onde a mulher estava internada, informou que um exame de ultra-som não identificou batimentos cardíacos no feto, que tinha por volta de 17 semanas.
Além disso, a equipe médica responsável pelo caso identificou descolamento da placenta e do cordão umbilical de Flávia. De acordo com a equipe, as condições hostis do útero da paciente ocasionaram o falecimento (aborto natural) do bebê. Flávia agora passará por teste de apnéia, para concluir seu quadro clínico.
Com 190 gramas e 15 centímetros, o bebê não conseguiu sobreviver dentro da mãe que teve danos cerebrais irreversíveis. O projétil entrou pela têmpora direita de Flávia e atravessou todo o seu cérebro indo parar na parte esquerda. Nesse caminho danificou todas as estruturas cerebrais.
O ferimento foi tão grave que os médicos consideram que, praticamente, ela está com morte encefálica. Entretanto, isso não pôde ser ainda confirmado porque não foi possível fazer um dos três testes necessários para esse diagnóstico como exigem os protocolos médicos. O exame consiste em desligar os aparelhos que a mantém respirando por 10 minutos para ver a reação do organismo.
Os outros dois exames necessários foram feitos - um de reflexo de pupila, ao que Flávia não reagiu e outro chamado calórico. Os médicos injetam líquidos de diferentes temperaturas no ouvido para analisar as reações, e não ouve resposta satisfatória.

FILHO MATA A MÃE E LEVA A CABEÇA À DELEGACIA

Japonês decapita a mãe e leva cabeça à delegacia:

Um japonês de 17 anos, que levava nas mãos a cabeça da mãe, se entregou hoje numa delegacia da província de Fukushima, no norte do Japão, onde confessou aos agentes que havia matado sua progenitora. Segundo a mesma fonte, o jovem chegou a uma delegacia da localidade de Aizuwakamatsu, na citada província, por volta das 7h (hora local). O jovem, estudante da última série do ensino médio, respondeu com tranqüilidade às perguntas feitas pela Polícia, que abriu uma investigação sobre o ocorrido. Depois do interrogatório, policiais foram até a casa do adolescente, onde encontraram o corpo decapitado da mulher.

MÃE CULPA "SATÃ" POR FILHA QUEIMADA EM MICROONDAS


A mãe do bebê que foi queimado num forno de microondas pelo próprio pai culpou o demônio, e não seu marido, pelo incidente, informa a emissora KHOU-TV, do Estado americano do Texas.

Eva Marie Mauldin disse que "Satã" forçou seu marido, Joshua Mauldin, 19 anos, a colocar o bebê no forno, porque a entidade maligna "desaprovava o esforço de Joshua para se tornar um pastor religioso". "Satã viu em meu marido uma ameaça", disse a mãe do bebê à emissora.

Um júri foi convocado para a audiência de Mauldin depois de depoimentos que indicavam que ele colocou a própria filha de dois meses de idade no microondas de um quarto de motel durante 10 ou 20 segundos.

A criança permanece hospitalizada. Ela sofreu queimaduras de terceiro grau no lado esquerdo do corpo e do rosto, informaram os policiais.

As autoridades declararam que Mauldin admitiu ter colocado a filha no microondas porque estava sob grande estresse. Mas sua mulher negou. "Ele nunca faria nada para machucá-la. Ele ama a filha."

Eva disse que espera para conseguir reencontrar a filha. Entretanto, o Serviço de Proteção Infantil trabalha para tirar a guarda da criança dos pais.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1619344-EI8141,00.html

JOVENS ASSASSINADOS

Assassinato em quadra de escola:

Adolescente de 17 anos levou tiro na cabeça ontem à tarde (20/05/2007). O ginásio de esportes da Escola de Ensino Médio Deputado Nagib Zattar, no bairro Jardim Paraíso, liberado todos os finais de semana para que a comunidade possam ter momentos de lazer, se transformou em palco de mais um homicídio. O adolescente Roberto de Souza, 17 anos, costumava jogar futebol com os colegas nas tardes de domingo. Ontem, ele chegou ao local e logo foi assassinado com um tiro na cabeça.Vizinhos da escola disseram que ouviram discussão por causa de um boné. Dois rapazes discutiam com a vítima e um deles atirou. Ninguém soube informar de quem era o boné. Outra versão, apresentada pela Polícia Civil, é que Souza jogava futebol quando dois rapazes chegaram e atiraram. O menor caiu no primeiro degrau da arquibancada.Minutos depois, a família de Souza foi informada do assassinato. A mãe, Terezinha Pires de Souza, esteve na quadra. A delegada Ana Cláudia Ramos Pires conversou com algumas pessoas.Ana informou que investigadores trabalham no caso, mas até a noite de ontem ninguém tinha sido preso. O silêncio no bairro dificulta a identificação de suspeitos. Moradora da região, Joseli de Andrade confirma que o Paraíso está perigoso. Um dos filhos de Joseli era colega de Souza e só não foi jogar com ele, ontem, porque estava chovendo. "Precisa mais policiamento e todos os adolescentes devem ser revistados pela polícia", defende.Na noite de sábado, um adolescente de 15 anos foi vítima de tentativa de homicídio no Jardim Paraíso. O rapaz foi atingido por dois tiros no peito e no abdome. Está internado e ninguém foi preso.

Homicídio após uma festa no Jardim Edilene:

Discussão em uma festa na localidade de Jardim Edilene, no bairro Paranaguamirim, zona Sul de Joinville, terminou na morte de David Alves de Oliveira Júnior, 22 anos, na noite de sábado. O jovem teria ficado do lado de um dos envolvidos na briga. Ao sair da festa e passar pela rua Serafim dos Santos Moreira, foi atingido por dois tiros.Conforme moradores da região, três tiros foram disparados e dois acertaram Júnior. Ele foi socorrido por amigos e encaminhado ao Pronto-atendimento Sul, mas morreu. O assassino estava em um Gol branco, com mais pessoas, segundo testemunhas.A Polícia Militar fez buscas na região, sem localizar os envolvidos. Sem dar maiores detalhes, o delegado Laurito Akira Sato apenas confirmou ter suspeitos do crime.
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HOMEM É LINCHADO...

Um homem foi espancado na madrugada de ontem, após tentar assaltar um ônibus na cidade de Cordeirópolis, em São Paulo. Ele teve convulsões e foi socorrido pela polícia, mas morreu no hospital. De acordo com a polícia, Túlio Márcio Nascimento da Silva, de 24 anos, entrou no ônibus no bairro de Jardim Progresso, sacou uma arma e anunciou o assalto.

Ele ameaçou o cobrador e exigiu que ele entregasse o dinheiro. Os passageiros reagiram, dominaram o ladrão e o espancaram a socos, pontapés, pauladas e pedradas. Quando os policiais chegaram, o assaltante começou a ter convulsões. De acordo com a polícia, não havia vestígios de sangue e a morte pode ter sido causada por overdose. Ele foi levado para o Hospital Estadual Grajaú, onde morreu.

INFANTICÍDIOS

Chinesa mata filha de 4 anos que não sabia contar:

A polícia do sul da China prendeu uma mulher depois que ela admitiu ter matado sua filha de 4 anos porque a criança não sabia contar, de acordo com reportagens da imprensa.

Investigadores levaram a mulher, identificada apenas por seu sobrenome, Du, a confessar e levaram-na sob custódia no último sábado, quatro dias depois de sua filha ter sido morta e seu corpo encontrado no lixo em uma cidade próxima, disseram o Pequim News e o Southern Metropolis Daily.
Inicialmente, Du disse à polícia que sua filha, Wang Mengyu, que viveu com os avós até o último mês, havia desaparecida enquanto faziam compras em Huizhou, na populosa província de Guangdong. O marido dela havia oferecido uma recompensa de 50 mil iuans (US$ 6,4 mil) por informações que levassem à prisão do assassino.
Du contou à polícia que bateu em sua filha até ela ficar inconsciente porque a criança não sabia contar de um a cem e que ela tentou ressuscitar a menina, disseram os jornais.
A mulher depois sufocou sua filha até a morte porque ficou preocupada com as contas exorbitantes do hospital e porque seu marido ficaria bravo com ela, acrescentaram os jornais.
(Reuters)

CHACINA EM SÃO PAULO


Uma chacina deixou sete mortos e dois feridos por volta das 23h30 deste domingo no bairro do Jaraguá, região de Perus, na divisa entre as zonas norte e oeste da capital paulista. O crime ocorreu na Rua Mauro de Araújo Ribeiro, junto à Praça Domenico Ferrara. As vítimas, reunidas na praça, conversavam quando surgiram quatro homens, ocupando duas motos, uma Twister preta e uma Falcon verde. Armados de pistolas calibres 380 e 7.65, os desconhecidos passaram a atirar contra o grupo e chegaram a perseguir duas vítimas que correram para uma pizzaria.

Nove pessoas foram atingidas. Policiais militares chegaram rapidamente e levaram as vítimas para os prontos-socorros de Taipas e Pirituba, onde sete delas morreram, são elas: Rodolfo Madeira Cunha, de 19 anos; Caroline da Silva Borges, 22; Anderson Vander Gomes, 26; Flávio Batista de Almeida, 23; Paulo Henrique Glinglani Pedro, 20; Rafael Araújo da Silva, 24; e Pamela Pontes Ribeiro, 18. Continuam internados Fernanda Santos Pinto, de 25 anos, e Cassiano Vinícius dos Santos, de 20.

Segundo a polícia, nenhuma das vítimas possuía antecedente criminal e ainda não se sabe o real motivo da chacina e quem eram os verdadeiros alvos dos quatro atiradores, que fugiram e ainda não foram identificados. A chacina foi registrada no 46º Distrito Policial, de Perus, e será investigada pela equipe especializada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

POLICIAIS MILITARES SÃO ATACADOS E MORTOS


Dois policiais militares foram atacados e mortos a tiros, na noite de ontem, no mesmo local onde morreu o menino João Hélio em Oswaldo Cruz, na zona norte do Rio de Janeiro. Marcos André Lopez da Silva e Marco Antônio Ribeiro Vieira, ambos do 9º Batalhão, foram metralhados após criminosos roubarem um fuzil e fugirem.

Eles estavam em uma viatura que passou a fazer base no local desde o dia 7 de fevereiro, quando o menino João Hélio Fernandes Vieites, de 6 anos, foi arrastado por assaltantes até a morte. O carro da família do garoto foi abordado pelos assaltantes naquela esquina.
Na noite de ontem, segundo testemunhas, o carro dos policiais foi metralhado por ocupantes de um Vectra e de duas motos, que passaram atirando. Um dos militares chegou a ser levado para o pronto-socorro do Hospital Carlos Chagas, mas não resistiu aos ferimentos. Equipes da PM realizam buscas na região para tentar prender os criminosos

UMA VERDADEIRA GUERRA CIVIL


Confrontos entre policiais e traficantes deixam 26 mortos no Rio de Janeiro.

RIO DE JANEIRO - Ao menos vinte e seis pessoas morreram nesta terça-feira em confrontos no Rio de Janeiro. Na noite de ontem, tiroteios entre criminosos e policiais militares e um assalto a um policial civil deixaram cinco mortos. As informações são da rádio "CBN".

Um embate na tarde de ontem entre traficantes de facções rivais no Morro da Mineira, no Catumbi, zona norte, deixou pelo menos 13 mortos. Em outro conflito em Senador Camará, zona oeste do Rio, seis supostos traficantes foram mortos. Durante a tarde, uma tentativa de assalto no centro da cidade causou a morte de mais duas pessoas.

Segundo o jornal “O Globo” desta quarta-feira, o Serviço de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública já sabia das possibilidades de invasão de traficantes para retomar os pontos de venda de drogas do Morro da Mineira. A favela estava sendo monitorada há meses, mas segundo o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Samuel Dionísio, a polícia não ocupou a favela com antecedência porque as informações poderiam não ser verdadeiras.

Na operação, os policiais contaram com o apoio do blindado conhecido como "Caveirão", que teria sido usado para a remoção dos corpos segundo policiais que participaram da operação.

"Sei que são brigas de facções e, como o Morro da Mineira é muito central, imediatamente o batalhão foi acionado, subiu, fez as contenções e agora tenho que ver o que aconteceu. A configuração geográfica facilita esses núcleos de violência se instalarem. Se fosse uma cidade como Brasília, isso não aconteceria'", disse no fim da manhã o secretário de Segurança Pública do Estado, José Mariano Beltrame, que participava de visita à 6a edição da Latin America Aero & Defence (LAAD 2007), evento voltado ao segmento de defesa.

O confronto começou por volta de 5h de ontem. Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foram acionados e ocuparam a favela. O barulho de tiros assustou moradores e motoristas que se refugiaram dentro de estabelecimentos comerciais.

O confronto assustou os motoristas que trafegavam pelo túnel Santa Bárbara, no sentido Catumbi. A Polícia Militar chegou a interditar a galeria. O túnel, um dos principais acessos entre o centro e a zona sul, foi reaberto por volta de 8h40, o que causou congestionamento nas imediações. Dois carros foram abandonados no viaduto. Por volta das 10h, o túnel foi novamente interditado.

Com os detidos, os policiais apreenderam um fuzil, quatro pistolas, uma granada, munições e carregadores.

Segundo a Polícia Militar, dos oito supostos traficantes presos, quatro são menores.

A ação dos policiais assustou quem estava no cemitério. Funcionários chegaram a se esconder na sala da administração. Os velórios e enterros no local foram suspensos temporariamente.

Vítimas de balas perdidas:

Jorge Henrique Cruz Santos, de 31 anos, que estava em um ônibus foi atingido na cabeça por uma bala perdida no Elevado 31 de março, próximo ao Cemitério do Catumbi. Ele foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio.

Um motorista, ainda não identificado, também foi atingido durante o confronto próximo ao viaduto. Ele foi socorrido por uma viatura da PM.

O feirante Reginaldo da Silva, de 37 anos, morador do Morro da Mineira foi atingido na barriga por uma bala perdida ao descer a favela. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Souza Aguiar, no Centro.

ASSASSINATO EM PONTO DE ÔNIBUS

Após 15 horas, criminoso desmaia e é dominado no RS.
Porto Alegre - Depois de resistir por 15 horas ao cerco da polícia e ameaçando se suicidar, o zelador José Erni Nunes da Rosa, de 36 anos, desmaiou dentro da igreja onde havia se refugiado, em Alvorada, na região metropolitana de Porto Alegre. Ele foi levado a um hospital e deve ser conduzido à Delegacia de Viamão, cidade vizinha a Alvorada, logo que tiver alta. Rosa é acusado de envolvimento na morte da jovem Jaqueline da Costa Subtil, de 19 anos. A polícia investiga se o zelador é o atirador ou o mandante do assassinato.

De acordo com as informações policiais, um homem desceu de um automóvel e disparou diversos tiros contra três pessoas que estavam em uma parada de ônibus, matando a jovem Jaqueline, e ferindo Márcio Aurélio Gunia, de 35 anos, e Nair Magedanz, de 31 anos, na Vila Elza, em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre, ontem ao amanhecer.

Seguindo as primeiras informações, a polícia foi a Alvorada, município vizinho a Viamão, em busca do zelador de uma igreja pentecostal identificado como José Erni Nunes da Rosa. Ao saber da perseguição, ele se refugiou no templo, disse aos policiais militares que cercaram o local que assumia o assassinato e, como estava armado, passou o dia ameaçando se suicidar.

Apesar das declarações de Rosa, o caso não está esclarecido. As testemunhas Gunia e Nair, ouvidas depois de receberam atendimento em hospitais de Viamão e Porto Alegre, contaram ao delegado Carlos Miguel Xavier, da Polícia Civil, que o autor dos disparos seria outro. Descreveram um homem magro, baixo, branco, aparentando 30 anos, que, segundo o relato, desceu do automóvel dirigido por Rosa e disparou nos pés das três pessoas que estavam na parada de ônibus e depois no corpo de Jaqueline, quando ela tentava correr.

Segundo vizinhos e familiares, Rosa assediava Jaqueline há cerca de um ano e ficava frustrado com as negativas dela, que, inclusive, estava se programando para ir denunciá-lo à polícia nos próximos dias.

Os investigadores descobriram que o zelador guardava recortes de jornais com notícias de crimes passionais e tinha o porte de três armas. "Ele é uma pessoa conturbada", constatou o major Pedro Joel Silva da Silva, depois de passar o dia nas negociações com Rosa.

VÍTIMAS INOCENTES EM UNIVERSIDADE NORTE AMERICANA

O estudante sul-coreano que matou 32 pessoas na universidade Virginia Tech morava nos Estados Unidos havia 14 anos, mas vizinhos e colegas disseram saber muito pouco sobre sua vida. Antes de cometer o pior ataque atiros na história moderna dos Estados Unidos, na segunda-feira, Cho Seung-Hui deixou um bilhete em que atacava os "garotos ricos", a "depravação" e os "charlatães enganadores" do campus, afirmou na terça-feira o jornal Chicago Tribune."Vocês me fizeram fazer isso", escreveu Cho, segundo a ABC News, que citou fontes da área de segurança. O estudante, que tinha 23 anos e cursava literatura em língua inglesa, já tinha dado sinais de comportamento incomum, como quando iniciou um incêndio num quarto do alojamento da universidade ou ao perseguir mulheres, disse o Tribune, que usou como fontes pessoas próximas à investigação. Segundo o jornal, os investigadores acreditavam que Cho já havia tomado, em algum momento da vida, remédios contra a depressão. "Ele era muito calado, estava sempre sozinho", disse ao jornal Abdul Shash, vizinho da família de Cho em Centreville, na Virgínia. Segundo Shash, Cho passava a maior parte de seu tempo livre jogando basquete, e não respondia quando alguém o cumprimentava. A polícia identificou Cho na terça-feira como o responsável pelas mortes na respeitada universidade, que tem 26 mil estudantes e fica na pacata cidade de Blacksburg. A polícia disse que o rapaz parece ter usado correntes para trancar as pessoas nas salas. Testemunhas contaram que ele foi de sala em sala, matando as pessoas calmamente. "Não havia nenhuma vítima com menos de três ferimentos de bala", disse à CNN o médico Joseph Cacioppo, que atendeu algumas das vítimas. Havia mortos e feridos em pelo menos quatro salas de aula e numa escadaria, afirmou a polícia. O corpo do atirador estava no meio de várias das vítimas.

A MORTE DE UM ANJO INOCENTE DENTRO DE UMA IGREJA

Um dos crimes mais bárbaros registrados em Santa Catarina nos últimos anos envolvendo a prisão do pedreiro Oscar Gonçalves do Rosário, de 22 anos, pôs fim ao inquérito policial. Oscar estava hospedado na casa dos pais, onde moram outros três irmãos, todos menores, no bairro Cristo Rei e foi preso por policiais de Canoinhas em auxílio a uma diligência de dois homens da Polícia Civil de Joinville, responsável pelo inquérito.

Oscar confessou o assassinato da menina Gabrielli Cristina Eichholz, de um ano e seis meses. De acordo com o delegado Altair Muchalski, Oscar teria dito que teria tomado uma garrafa de cachaça na manhã de sábado, e ao passar pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, depois de avistar a menina em frente ao templo, decidiu abordá-la, pegando-a pela mão e levando-a para os fundos da Igreja, obrigando-a a sentar-se em seu colo, quando então a violentou. Como a criança teria começado a gritar, Oscar teria espancado e arremessado a criança contra o chão. Ao perceber que a menina estava desacordada, jogou-a na pia batismal.

A Polícia de Joinville revelou ainda que Oscar disse ter visto a menina sozinha no pátio da igreja ainda em construção e a levou para uma escada, onde a estuprou. Depois tentou matá-la por estrangulamento antes de jogá-la na pia batismal que fica atrás do altar, separado por uma parede. Oscar teria dito ainda que entrou facilmente pelo portão. A Igreja estava lotada com pelo menos 200 fiéis neste momento, mas ninguém testemunhou o crime. Quando encontrada, Gabrielli estava agonizando, chegou a ser levada ao Hospital, mas morreu no caminho.

Pela primeira versão das auxiliares da Igreja responsáveis por cuidar dos filhos dos fiéis, o assassino teria fingido ser o pai para tirá-la de uma sala onde estavam 20 crianças fazendo recreação.

SEM ESBOÇAR REAÇÃO

Ao ser preso no início da manhã de segunda-feira, na varanda da casa de seus pais, Oscar não esboçou qualquer reação. Chegou a segurar os cachorros que avançaram contra os policiais. Na Delegacia, não demorou a confessar o crime ao delegado da Divisão de Homicídios de Joinville, Rodrigo Bueno Gusso. Rosário teve prisão preventiva decretada pela 1.ª Vara Criminal de Joinville.
O pedreiro estava na lista de suspeitos da Polícia porque testemunhas afirmaram que ele saiu às pressas de Joinville no mesmo dia do crime. Ele teria praticado furto em uma Igreja em Joinville e teria trabalhado como pedreiro em uma obra da própria Igreja onde o crime aconteceu, o que foi afirmado pelo avô da criança assassinada, mas negado por Oscar que disse que não freqüentava a Igreja Adventista, nem estava no culto.

A Polícia disse que não revelaria detalhes do seu depoimento preliminar, ainda na Delegacia de Canoinhas, por considerar um relato forte. O delegado encarregado pelo inquérito proibiu a presença da imprensa na Delegacia enquanto Oscar prestava depoimento. A saída da diligência para Joinville aconteceu de forma discreta, pelos fundos da Delegacia.

Oscar tinha ficha na Delegacia de Canoinhas por prática de pequenos furtos. Foi trabalhar em Joinville em dezembro passado e ficou hospedado na casa de familiares.
O acusado chegou a Joinville ainda na noite de segunda-feira sob forte aparato policial. Quatro delegados e cerca de 20 policiais fizeram parte do comboio que levou Oscar até a Delegacia Regional. Ele chegou na Delegacia encapuzado e misturado a outros policiais, que também vestiam capuz. A Polícia informou que não está definido em qual local ele ficará preso, por temer por sua segurança. Com a confissão do pedreiro de Canoinhas, o caso foi considerado encerrado pela Polícia.

Tentativa de suicídio na reconstituição

A reconstituição do crime, na manhã de terça-feira, 13, foi marcada por uma tentativa de suicídio. A agente de trânsito municipal Evelize Holz Colin da Silva tirou a arma da cinta do policial civil mais próximo e disparou contra o peito, tentando se matar. Ao cair, começou a sangrar no peito e pela boca.
O torneiro mecânico Nilson Padilha, uma das testemunhas da cena, disse que Evelize "chorava desesperada" durante a reconstituição do crime.
A agente não corre risco de morte. A bala raspou o pulmão, mas o ferimento não comprometeu nenhum órgão vital.



Repercussão nacional

O caso ganhou repercussão nacional. Foi a primeira notícia dada pelo jornal Bom Dia Brasil da Rede Globo na terça-feira, 12. A reportagem foi repetida nos jornais Hoje, Jornal Nacional e Jornal da Globo. Matérias foram publicadas nos principais veículos de mídia do País. A prisão foi matéria de capa dos jornais Diário Catarinense e A Notícia ainda na terça-feira, 13.

O jornal Folha de S. Paulo destacou a prisão com foto de capa, na edição de quarta-feira, 14, trazendo cobertura completa do caso feita pela equipe de reportagem que o jornal mantém em Joinville. O jornal O Globo também destacou o caso. O site Último Segundo, do grupo IG, manteve cautela ao lembrar que Oscar é suspeito, mas não omitiu o fato de ele ser canoinhense. O jornal Zero Hora, o maior do Sul do Brasil, acrescentou ainda que Oscar era viciado em drogas.

A Agência Estado, responsável pela publicação do jornal O Estado de S.Paulo, lembrou que Oscar foi acusado há dois anos de ter molestado duas meninas com 9 e 10 anos. As mães das meninas, no entanto, teriam decidido por não registrar queixa. À agência, o delegado Gusso teria revelado detalhes do depoimento. Oscar teria confessado o crime com grande frieza e naturalidade, segundo o delegado. De acordo com a reportagem, ele teria dito que nunca tinha estado no local e que nem sabia que a pia, que é usada para imersão total no momento da cerimônia de batismo, era lugar de batismo dos fiéis. Para o acusado, segundo o delegado, era simplesmente uma banheira.

O CASO GABRIELLI
SÁBADO - 3/3
8h40 - Casal de primos leva Gabrielli à Igreja.

9 horas - Gabrielli fica na sala de estudos.

10 horas - A prima percebe que a garota sumiu. Uma senhora a acha de bruços no tanque batismal.

10h30 - Gabrielli chega sem vida ao hospital.

11 horas - Um primeiro suspeito é detido e solto.


DOMINGO - 4/3
Tarde - Laudo confirma que ela foi vítima de violência sexual e estrangulamento.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia divulga nota repudiando o crime.

SEGUNDA-FEIRA - 5/3
A polícia e a imprensa têm acesso ao templo.

Em Alegrete (RS), outro suspeito é detido, ouvido e liberado.

QUARTA-FEIRA - 7/3
Polícia convoca um adolescente a retirar sangue para exame de DNA. O advogado Sandro Tonial é contratado pela família.

QUINTA-FEIRA - 8/3
Chefe da Polícia Civil, o canoinhense Maurício Eskudlark, diz que um adolescente de 17 anos é o principal suspeito.

SEXTA-FEIRA - 9/3
Polícia joinvillense se nega a divulgar resultado do exame de DNA do principal suspeito e ouve novos depoimentos.

SEGUNDA-FEIRA - 12/3
Oscar é preso em Canoinhas.



"Só sendo um monstro", diz a mãe da menina assassinada

DA AGÊNCIA FOLHA, EM JOINVILLE

Uma cena imaginária do momento em que sua menina está nas mãos do assassino é o que a dona-de-casa Andréia Pereira, 26 anos, diz que mais atormenta seus pensamentos desde o dia 3, quando sua filha foi estuprada e morta no templo de uma Igreja Adventista.
"É só o que me vem à cabeça. Não durmo, não como. Como uma pessoa vê um bebê ali e faz o que fez? Só sendo um monstro", desabafa. "Nem em filme acho que vi tanta crueldade”.
Aliviada com a prisão do suspeito do crime, Andréia diz que deseja a ele a pena máxima. "E que cumpra até o último dia" do tempo a que for condenado.
"Hoje, se é dez anos (de condenação), deixam por dois. Se é 30, por dez. Se ele for condenado a 30 anos ou mais, tem que ficar na prisão até o último dia", diz. "Que ele pague, é só o que pode me consolar um pouco”.
A mãe conta que a menina completaria um ano e sete meses na segunda-feira, 12, dia em que Oscar foi preso em Canoinhas e, segundo a Polícia, confessou o crime.
Andréia afirma que a família é evangélica freqüentadora da Assembléia de Deus. Gabrielli foi levada pela prima para o templo ainda em construção da Igreja Adventista da rua.
Aos filhos Guilherme, de seis anos e 11 meses, e Gustavo, de dois anos e dez meses, ela diz que a irmã morreu ao cair no tanque batismal da Igreja.
"Foi essa a versão que ouvi de dois homens engravatados (pastores) que vieram aqui quando minha filha foi levada para o hospital. Mas resistir ao afundamento do crânio e dilacerada por dentro, como foi encontrada, só se ela fosse de ferro. E só era um bebê pequenino, pesava nove quilos”.
Os pastores do templo onde Gabrielli morreu não deram entrevistas nem permitiram acesso ao local.

“Ele destruiu duas famílias”, dizem pais do assassino

Ao saber que o filho seria o assassino da pequena Gabrielli, a mãe de Oscar, Gracilda Tavares do Rosário tentou suicídio com uma faca, sendo impedida pelo marido. “Não estou chorando mais porque não tenho o que chorar” disse Gracilda à nossa reportagem.

A mãe de Oscar trabalha como doméstica e foi avisada pelo marido, Osmar, que é operário de uma madeireira, da prisão do filho. Bastante abalada, disse que não havia conseguido falar com ele após a detenção, mas que, em momento algum, desconfiou que o filho pudesse estar envolvido num crime bárbaro.
Na casa dos pais, Oscar dormia no mesmo quarto dos irmãos. A mãe disse que, ao saber do motivo da prisão, chegou a perguntar para as duas meninas, uma de 15 e outra de 12 anos, sobre possíveis assédios do irmão, mas elas afirmaram que nunca aconteceu nada.

Bastante humildes, Osmar e Gracilda não conseguem entender como o filho conseguiu cometer um crime tão hediondo. “Ele sempre foi um rapaz educado, carinhoso, nunca demonstrou agressividade”, afirma o casal.

Oscar mostra a casa de quatro cômodos bastante modestos, como meio de afirmar para si mesmo que o filho não tinha motivos para o que fez. “Somos pobres, mas nunca faltou comida pra ele, nunca cobrei nada dele”, afirma. Ele conta que Oscar ligou na sexta-feira, 2, véspera do crime, pedindo dinheiro para retornar para Canoinhas, já que havia terminado uma empreitada como pedreiro e por estar desempregado, não estava se dando bem com os tios, na casa dos quais estava hospedado. O pai disse que não tinha o dinheiro, mas tentaria conseguir. No dia seguinte, cerca de uma hora antes do crime, Oscar voltou a telefonar para a família, sem demonstrar nenhuma alteração, e teria ficado triste pela família ainda não ter conseguido o dinheiro. Ele voltou a falar com os pais à tarde, quando soube que o pai havia conseguido os R$ 35 da passagem.

De acordo com Osmar, o filho chegou às 23h30min dom mesmo dia do crime em Canoinhas, estava amável, carinhoso e fazendo planos para o futuro. Nos próximos dias, até a prisão, tentou arrumar um emprego. Oscar admite que o filho é usuário de drogas desde os 14 anos, mas freqüentava o Centro de Apoio Psicossocial (Caps), que presta ajuda a dependentes químicos. Sobre a versão de que Oscar estava bêbado, Osmar disse que em casa, nunca viu o filho alcoolizado. No princípio, Osmar achou que o filho tivesse cometido o crime por dinheiro, a mando de alguém, mas lembrou que o filho veio sem dinheiro para casa. “Como ele acertou na terça-feira (na empreiteira em que trabalhou), acho que ele pagou a pensão (aos tios) e gastou o resto em droga, porque na sexta-feira ele estava sem dinheiro”, acredita Osmar.

O medo maior do casal é de que soltem o filho em uma cela lotada. “Não posso contratar um advogado, ganho R$ 350 por mês e não posso vender minha casa, tenho mais três filhos, mas não podemos deixar ele lá sozinho como se não tivesse família”, diz Osmar que chegou a procurar um advogado esta semana que o aconselhou a contratar outro em Joinville.
Para a família de Gabrielli, Gracilda disse que sente muito pelo erro do filho. “Penso muito na mãe da menina. Ele (Oscar) destruiu duas famílias”.

Polícia busca respostas

A Polícia não deve encerrar o inquérito sem antes responder a perguntas que não fecham com a versão do assassino. Como a menina saiu da sala onde estava sob os cuidados de duas monitoras e na companhia de mais três mulheres é a dúvida principal. De acordo com a Polícia, a versão de que a menina foi entregue a um homem que se apresentou como pai não procede, porque foi apenas uma suposição, ninguém afirmou.

Gabrielli foi encontrada ainda com fraldas, colocadas de "forma perfeita", segundo a mãe. De acordo com a Polícia, Oscar foi tão frio a ponto de recolocar a fralda e a calcinha da menina.

A principal pista que levou a polícia a encontrar o pedreiro foi o depoimento de uma pessoa para a qual Oscar teria comentado, sem detalhes, que teria cometido uma besteira.

Um exame de DNA que comprove a autoria do crime deve ser pedido pela Polícia nos próximos dias.

A dúvida quanto ao fato de a igreja estar cheia e ninguém ter visto Oscar, foi respondida pela Polícia com uma incógnita: “Se alguém viu ele, não revelaremos sua identidade”.

A Polícia diz ter certeza de que Oscar agiu sozinho.

As pessoas que estavam na Igreja no momento do crime serão ouvidas nos próximos dias.

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