PROFECIA BÍBLICA:

ESTÁ ESCRITO:
"Sabe, porém isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. destes afasta-te". (Bíblia Sagrada - II Timóteo 3:1-5)

Licença para matar: Brasil é vice-campeão mundial na violência contra jovens




Publicado por Luiz Flávio Gomes


De acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, divulgação em 4/9/14) o Brasil é o vice-campeão mundial no número de homicídios de jovens de zero a 19 anos: mais de 11 mil foram assassinados no nosso país em 2012 (ano em que o Brasil teve quase 57 mil óbitos intencionais). Nesse item só perdemos para Nigéria. 

Quanto à taxa por 100 mil habitantes, o Brasil é o 6º colocado (17 para 100 mil). Na sua frente estão El Salvador (27, Guatemala (22), Venezuela (20), Haiti (19) e Lesoto (18). No planeta, 95 mil crianças e adolescentes foram assassinados em 2012 (12% no território brasileiro); 90% das mortes globais ocorreram em países com renda média ou baixa (América Latina, Caribe e África). Causas: alta da criminalidade, o crescimento da desigualdade, acesso fácil a armas de fogo, maior consumo de drogas e aumento da população jovem; o jovem negro tem três vezes mais chance de ser morto que um branco.

Por que somos como somos? O Estado brasileiro (imperial), criado em 1822, nasceu geneticamente contaminado, posto que reprodutor do totalitarismo e absolutismo colonial, guiado pela coerção dos excluídos e segregados do Estado de direito, que permitia e sempre permitiu o genocídio herdado da metrópole parasita e sanguinária, criadora de uma filosofia e de uma máquina mortífera até hoje em pleno vigor no Brasil (e, a rigor, em toda a América Latina).

Não é por acaso que o Brasil é o 12º país mais violento do planeta (29 assassinatos para cada 100 mil pessoas) e vice-campeão mundial (em números absolutos) na violência contra os jovens (sobretudo negros e pardos). Há uma verdade histórica que parece incontestável: não se implanta um país violento e corrupto da noite para o dia; não se constrói um país subdesenvolvido (composto em quase sua totalidade - ¾ da população – de analfabetos funcionais) com uma só canetada. Mesmo depois da independência, os donos do poder (sectários do parasitismo e da malevolência) não rechaçaram a “normalidade” da escravidão e da servidão, que acabou justificada pela teoria de que o crescimento econômico do país (sempre do país, nunca dos donos do poder) dependia do parasitismo fulcrado no trabalho escravo.

Foi dessa maneira que elaboramos nossa primeira Constituição (1824), que era, ao mesmo tempo e paroxalmente, liberal e escravocrata. Tratava-se de uma doutrina nitidamente retrógrada, ultrapassada, espoliadora e sanguessuga, que não apresentava nenhuma dissonância com o que ocorria na colônia extrativista nem com o que se passa hoje no nosso país (ainda sob o império do neocolonialismo).

A estrutura do poder colonial, sob o mando dos senhores de engenho, tirânico, absolutista e indiscutivelmente despótico, sofreu um processo de transubstanciação (como diz Foucault) ano momento em que se converteu em poder imperial (veja Luís Mir, Guerra civil, p. 46), depois em poder republicano e, desde 1985, em poder da falida e corroída redemocracia (que ainda retrata a era contemporânea brasileira, já exaurida e exangue, indicando a carência de uma nova era). Da sociedade imoral escravocrata e disciplinadora colonial (sobre a transição das sociedades disciplinares para as de controle veja Foucault, Vigiar e punir) passamos para a sociedade de controle dos segregados e excluídos, regido pela coerção e o genocídio, desses que são considerados homo sacers (veja Agamben), ou seja, gente inimiga que pode ser destruída (exterminada) impunemente (em regra impunemente), consoante o diabólico funcionamento da máquina de moer carne e ossos.

Não existe solução de continuidade (interrupção) entre o exercício do poder de controle colonial e imperial. Tampouco desapareceu a lógica e filosofia do genocídio com a república (1889) ou mesmo com a redemocratização (1985). A relação de todos os poderes com os marginalizados (negros, índios, brancos pobres etc.) sempre foi estabelecida sobre as bases da mortífera violência. A mão disciplinadora e controladora do senhor de engenho é a mesma dos posteriores agentes de segurança: “quando não anulam a resistência do indivíduo que somente pode ocupar uma única posição, a de servil e submisso, o abatem como inimigo (como homo sacer), com o máximo de letalidade imaginável” (Luís Mir, citado, p. 46).

O extermínio criminoso, ignominioso e massivo dos jovens (especialmente quando a cor da pele é preta ou parda), em pleno século XXI, nada mais representa que a continuidade operativa da máquina da escravocracia, devidamente planejada, calibrada e dominada pelos donos do poder, que controlam não somente os lugares onde os excluídos devem permanecer senão também o grau de escolaridade e de desenvolvimento econômico dos quais eles podem desfrutar. “A máquina de dominação dos senhores de escravos foi absorvida pelo poder imperial [depois pelo poder republicano e, hoje, pelo poder da redemocracia]: a consequência disso [até hoje] é que este tem que enfrentar e reprimir um crepitar permanente de rebeliões e desordens sociais [geradas muitas vezes pela própria irresignação dos rebelados frente ao exercício totalitário e desigual do poder de controle dos dominantes], que antes [na colônia] era de competência e custo dos senhores de escravos” (Luís Mir, citado, p. 47). É nisso que reside a castração ab initio, por meio da violência, da (ainda hoje impossível) pluralidade existencial ou mesmo da pacificação. Se hodiernamente o Brasil é um dos países mais violentos do planeta, é preciso reconhecer que essa realidade não representa nada mais que fruto do que sempre plantamos. Quem planta mal, como se sabe, colhe o amargo (a violência, o genocídio estatal, o extermínio). “Combata fogo com fogo e tudo que restará serão cinzas” (Abigasil van Buren, americana, colunista). “A segurança só para alguns é, de fato, a insegurança para todos” (Nelson Mandela, sul-africano, político).
Luiz Flávio Gomes


Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). Assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas]

Relatório da ONU aponta 11 das 30 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil

Tegulcigalpa, capital de Honduras, é um dos lugares mais violentos do mundo. Foto: GettyImages
O Brasil possui 11 das 30 cidades mais violentas do mundo. Quem afirma isto é o escritório de Drogas e Crimes das Nações Unidas com base nos assassinatos ocorridos em 2012. Maceió é a quinta cidade com maior número de homícidos por 100 mil habitantes. Fortaleza ocupa a sétima posição e João Pessoa, a nona. O levantamento também aponta que a América Latina substituiu a África como a região com a maior quantidade de assassinatos do mundo, sobretudo pela violência fora de controle em países como Honduras, que lidera a lista da ONU.

De acordo com a pesquisa da ONU, foram assassinadas 437 mil pessoas em 2012, das quais 36% nas Américas, a maior parte na Central e na Sul. O Brasil está atrás de Honduras e ocupa a segunda posição na lista. Além de Maceió, Fortaleza e João Pessoa, foram listadas pelo levantamento das Nações Unidas: Natal (12ª posição); Salvador (13ª); Vitória (14ª); São Luís (15ª); Belém (23ª); Campina Grande (25ª); Goiânia (28ª); e Cuiabá (29ª).
As taxas de homicídio caíram nos Estados do Rio de Janeiro (29 por cento) e São Paulo (11 por cento), mas cresceram no Norte e Nordeste do país, principalmente na Paraíba, com um aumento de 150 por cento, e na Bahia, com avanço de 75 por cento nos últimos dois anos.

Foto: GettyImages
O elevado índice de homícidios na América Latina está ligado ao crime organizado e a à violência política, segundo os pesquisadores da ONU. Honduras é o país mais violento do planeta, com uma taxa de 90,4 homicídios intencionais para cada 100.000 habitantes, disse o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) com base em dados de 2012. A Venezuela vem a seguir com 53,7 homicídios intencionais. Belize ficou em terceiro com 44,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes e El Salvador em quarto, com 41,2.
Na lista de países com as maiores taxas de homicídios intencionais aparece também a Guatemala, com 39,9 por cada 100 mil habitantes, a África do Sul, com 31, a Colômbia, com 30,8, o Gabão, com 28, e o México, com 21,5. O Iraque, que está emergindo de um conflito armado sangrento, tem uma taxa de assassinatos de 8 por cada 100 mil habitantes.
A África foi a segunda região com maior número de homicídios intencionais, com cerca de 31 por cento do total. A Ásia teve aproximados 28 por cento, a Europa, em torno de 5 por cento, e a Oceania, cerca de 0,3 por cento. Os países árabes e asiáticos, incluindo a China, aparecem sem dados no relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.[Fonte: Yahoo]

Mulher confessou ter matado e esquartejado empresário



A bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, confessou ter matado e esquartejado o empresário Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, com quem era casada e tem uma filha. A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Jorge Carrasco, na tarde desta quarta-feira.
Segundo Carrasco, a autora do crime contou que, na noite do dia 19 de maio, interpelou o marido porque ficou sabendo que havia sido traída. Na discussão, Elize disse que foi agredida e matou o marido em um banheiro do apartamento do casal, de cerca de 500 m2, que ainda não foi periciado. "Ela esquartejou com facas que irá apresentar posteriormente à polícia e ressaltou que fez tudo sozinha", destacou Carrasco.
Desde as 11h desta quarta, ela é ouvida em São Paulo. A polícia pediu a prorrogação da prisão temporária por 30 dias para a Justiça em Cotia.
Empresário é esquartejado 
Marcos Kitano Matsunaga foi considerado desaparecido no dia 20 de maio. No dia 27, partes do corpo foram encontradas em várias regiões da Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado.
Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, Elize, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho.
Indícios de uma suposta traição levam à hipótese de crime passional. Elize e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retorna, está sem a bagagem.
Durante perícia no apartamento foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 765, o mesmo do tiro que matou o empresário.[Fonte: JB]

Ex-prostituta, viúva de executivo da Yoki temia perder a guarda da filha 

O receio de perder a guarda da filha de 1 ano em uma provável separação motivou Elize Matsunaga, 38 anos, a matar e esquartejar o marido, o executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, 42 anos, justifica o advogado de Elize, Luciano Santoro. 
Segundo ele, o casal atravessava uma crise conjugal havia pelo menos seis meses e ela pediu a separação três vezes, mas o marido dizia que se ela fosse embora, ficaria sem a filha. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo.
O advogado revelou ainda que Matsunaga conheceu Elize em um site de relacionamento, quando ela era garota de programa. Ao contrário do que afirma a polícia, Santoro alega que a decisão de confessar o crime partiu da própria cliente. Ele conta que no depoimento Elize pressionou o marido sobre a traição descoberta por um detetive e acabou agredida com um tapa no rosto. No revide, pegou uma pistola de calibre 380 e atirou em sua cabeça. A arma foi encontrada na perícia realizada no apartamento do casal depois da confissão, em um dos banheiros transformados pelo executivo em um cofre para guardar as 30 armas e cerca de 10 mil projéteis que colecionava.
Executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, foi considerado desaparecido em 20 de maio. Sete dias depois, partes do corpo foram encontradas em Cotia, na Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado. Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, a bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho. Ela e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retornou, estava sem a bagagem. Durante perícia no apartamento, foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 380, o mesmo do tiro que matou o empresário.
Em depoimento dois dias depois de ser presa, Elize confessou ter matado e esquartejado o marido em um banheiro do apartamento do casal. Ela disse ter descoberto uma traição do empresário e que, durante uma discussão, foi agredida. A mulher ressaltou ter agido sozinha.[Fonte: JB]

Bandido Profissional com Ética? Que país é esse?

Massacre em escola pública do Rio de Janeiro...

Ex-aluno invade local e dispara contra crianças. Tragédia na Zona Oeste deixa o país inteiro chocado.

O secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, deu uma entrevista coletiva confirmando que onze alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, morreram no atentado da manhã desta quinta-feira. Nove deles já chegaram mortos ao hospital.

De acordo com Côrtes, 28 crianças entre 12 e 14 anos foram baleadas pelo atirador. Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou no colégio e abriu fogo contra 40 alunos de uma turma da nona série que assistiam a uma aula de Português. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime.

Das vítimas fatais, dez eram meninas. Os feridos foram encaminhados para os Hospitais Pedro Ernesto, da Polícia Militar, Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia, Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes (Saracuruna). Informações dão conta que quatro estudantes se encontram em estado gravíssimo, um delas em coma.

Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador
Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Uma multidão de pessoas se aglomera em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas.

Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra os estudantes. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

De acordo com o 14º BPM (Bangu), Wellington seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Uma versão inicial dizia que o assasino seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos), mas a informação foi desmentida pela polícia.

Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.

Os feridos foram levados inicialmente ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las.

Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados.[Fonte: O Dia OnLine]

Suspeita de matar Lavínia arrumou quarto do hotel, diz hóspede.

Um dos hóspedes do hotel em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde a menina Lavínia, de seis anos, foi encontrada morta, nesta quarta-feira (2), diz que a suspeita do assassinato, Luciene Reis Santana, arrumou o quarto para onde levou a menina. O segurança João Batista, que prestou depoimento na 60ª Delegacia de Polícia (Campos Elíseos), disse que Luciene tentou sair sem pagar e, por isso, foi forçada a fazer a arrumação de três quartos, entre eles, o que a acomodou.

De acordo com Batista, Luciene chegou ao hotel às 18h45 na segunda-feira (28), dia em que a criança desapareceu. Funcionárias do estabelecimento disseram que não viram se a suspeita estava com a criança, porque o balcão do local é alto.

Luciene tentou sair do local às 19h05 do mesmo dia, segundo o segurança, após consumir batatas fritas e cigarros. Luciene alegou aos atendentes que precisava usar o orelhão. No entanto, os funcionários permitiram sua saída somente após ela fazer a arrumação como forma de pagamento. A suspeita deu entrada no quarto seis. Ela também arrumou os quartos sete e oito, segundo Costa.

O segurança disse que o quarto pedido por Luciene é de pouco uso no estabelecimento, pois era a suíte mais cara. Por isso, nenhum funcionário entrou no aposento desde segunda-feira (28), quando a menina foi sequestrada.

Luciene negou à polícia que tenha matado a criança.

Crime:

A menina Lavínia foi encontrada morta nesta quarta-feira em um hotel de Duque de Caxias. Ela estava de bruços e com uma toalha no rosto entre o chão e o estrado da cama de concreto. De acordo com a polícia, ela foi asfixiada com o cadarço do tênis que usava.
De acordo com o delegado Robson da Costa, Luciene queria R$ 2.000 do pai de Lavínia e, para isso, dizia a ele que o ex-marido tinha sequestrado a menina e queria a quantia em dinheiro.

A amante de Santos era suspeita do crime desde o dia do sumiço da garota e, por isso, a polícia montou uma estratégia para pegá-la. O pai de Lavínia, com ajuda da polícia, marcou um encontro dizendo que daria o dinheiro a ela. Luciene compareceu ao encontro e foi levada para interrogatório na delegacia nesta quarta. Segundo o delegado, ela nega o crime.

O delegado diz que, quando a polícia chegou ao quarto do motel, havia um cheiro forte. Pelo odor, o delegado diz acreditar que a menina tenha sido morta na segunda-feira passada.

- Acredito que a Luciene tenha conseguido convencer a menina a sair de casa sem necessidade de força.

O delegado diz que uma testemunha afirmou que viu Luciene perto da casa de Lavínia.
As funcionárias do hotel viram as imagens de Luciene na televisão e chamaram a polícia, pois reconheceram a amante do pai da criança. Elas dizem ter visto a mulher no hotel. [Fonte: R7]




Universitário de Porto Alegre descobre crime satânico pela web, vítima era evangélica

Um dos mais cruéis assassinatos nos últimos anos no Brasil foi elucidado graças a um estudante gaúcho que vive a 4,6 mil quilômetros do local do crime. O homicídio aconteceu em Belém (PA), em 21 de julho. Cíntia Oliveira, 16 anos, foi assassinada num cemitério por um grupo de jovens, que ainda bebeu parte do seu sangue.

O corpo da garota foi jogado dentro de uma cova no cemitério de Benguí, na capital paraense. O homicídio só foi elucidado porque os autores, em conversas via internet, divulgaram a história. Um dos interlocutores dos assassinos, o porto-alegrense Marcos Vinícius Fonseca Neto – que cursa História na PUCRS – acionou a Polícia Civil, o que provocou a prisão dos autores do crime. Eles confessaram ontem o homicídio, praticado durante um ritual satânico.

Marcos, 29 anos, conheceu os assassinos num jogo de RPG. Eles se apresentaram como integrantes de uma seita satânica, chamada Dark Angels. Foram meses de jogos e conversas. Desconfiado, ele pôs em dúvida o satanismo dos interlocutores. Via skype, entrou em contato com o suposto líder do bando, Ezequiel Abreu Calado, 18 anos. Para surpresa de Marcos, Ezequiel detalhou rituais e confessou o assassinato de Cíntia. Ainda mandou pela internet uma cópia de uma notícia de jornal, na qual aparece uma foto da jovem, morta, no cemitério.
– Gravei-o confessando o homicídio e mandei a cópia da gravação para o Disque-Denúncia da Polícia Civil gaúcha – relata Marcos.

Uma outra garota, também integrante da seita, igualmente confessou e detalhou o crime. As duas gravações feitas por Marco foram repassadas pelos policiais gaúchos a colegas do Pará. Foi em decorrência delas que a Justiça autorizou a prisão temporária dos envolvidos no crime.
Foram presos Ezequiel, Nancy Danielly da Silva Amorim (ambos de 18 anos), e apreendidos outros dois adolescentes – um garoto de 15 anos e uma garota de 16 anos. Eles confessaram participação no assassinato. Nancy, em depoimento, admitiu ter atraído a vítima até o encontro com Ezequiel. Os presos confessaram serem adeptos do vampirismo e de rituais satânicos.

– A motivação praticamente está definida, é a magia negra. O surgimento de uma gravação feita por esse internauta do Rio Grande do Sul agilizou as investigações – declarou à Rede Globo o delegado Eduardo Rollo, responsável pelas investigações no Pará.

Estudante de História, curioso nato, o universitário Marcos Vinícius Fonseca é daqueles entusiastas por internet que vivem conectados, com câmeras e gravadores sempre a postos. Já desejou ser policial e ainda sonha com a possibilidade de esclarecer crimes, como aconteceu agora nesse sangrento episódio no Pará.

Em casa, virou exemplo, orgulho da mãe e das irmãs. Aficionado em RPG, um tipo de jogo eletrônico via internet, ele prefere se enxergar como um “detetive virtual”. Ao receber Zero Hora ontem em sua casa, na zona sul de Porto Alegre, o jovem relatou como chegou aos assassinos de Cíntia Oliveira, adolescente de quem ele nunca ouvira falar:
Zero Hora: Como você contatou os jovens que afirmam ter matado Cíntia?
 
Marcos: Eu participo de comunidades de RPG, estou toda hora jogando. Eles entraram na comunidade Vampiros da Máscara do Brasil. Se intitulavam Dark Angels e afirmavam serem vampiros de verdade. No início, não levei a sério. Foram uns seis meses de jogo e papo. Trocamos endereços de MSN e Orkut. Eles sempre insistindo que eram um clã de vampiros.
 
ZH – Como você soube do crime no Pará?
Marcos: O rapaz identificado como Ezequiel disse, por MSN, que em breve eu iria ter uma prova de que eles eram vampiros de verdade. Em julho, ele me mandou pela internet cópia de uma reportagem do Diário do Pará, na qual tinha foto da guria assassinada, num ritual num cemitério. Confirmou que eles tinham matado ela. Eles disseram que conheciam a guria, que era evangélica e, apesar de andar com eles, não aceitava o vampirismo numa boa. Pirei.
Resolvi ligar para o Ezequiel, que se intitulava Lord Blood (Senhor Sangue, em inglês). Usei o skype para gravar a conversa. Fiz o mesmo com a Nancy, a outra integrante da seita, que usava o pseudônimo de Lady Nancy. Fiquei espantado com o monte de barbaridades que eles disseram. Chegaram a descrever o gosto de sangue, detalharam como trucidaram a guria a socos, como a cortaram com lajotas. O pior é que gargalhavam depois de contar isso.
 
ZH – E o que você fez?
Marcos: Fiquei muito sensibilizado e decidi agir. Liguei para o Disque-Denúncia (181) e contei a história. Disseram que era grave e recomendaram que eu formalizasse por e-mail. Formalizei. Depois de gravar, mandei e-mail ao Pará, contando tudo. E enviei a gravação.
Agora, fiquei sabendo que virou prova contra os caras. Muito bem. Sei como é difícil investigação na Amazônia. Minha mãe é nascida no Pará. Lá, o índice de solução de crimes é baixo, porque muita gente foge para a mata, depois de cometer delitos. É um Estado gigante.
ZH – Você não teme perseguições?
Marcos – Não. Confio na Justiça. Acho que eles vão ficar um tempão na cadeia. Prova não falta. Além do mais, quem sabe não viro policial?
Fonte: Zero Hora / Notícias Cristãs

Mães já haviam reclamado de zelador suspeito de mortes, diz polícia

Mães de estudantes da escola estadual, em Campo Mourão, no noroeste do Paraná, onde foram encontradas ossadas humanas relataram à polícia que já haviam reclamado do comportamento do zelador à direção da escola, segundo o superintendente da Polícia Civil, Claudinei Pereira.
O zelador é suspeito de ter assassinado duas jovens dentro da escola, onde morava e trabalhava havia 18 anos. De acordo com a polícia, ele confessou os crimes após ser preso na sexta-feira (13).
Segundo o delegado, mães e pais de alunos da escola, que tem cerca de 500 estudantes do ensino fundamental e médio, disseram que o zelador assediava e dava presentes a adolescentes. “Ele aliciava. Ficava dando presente para as crianças, caixa de chocolate. Para adolescentes, dava cigarro. Teve uma que ganhou celular de presente. Mãe foi à casa dele, devolveu e falou que não era para chegar perto da filha”, disse Pereira.
De acordo com o delegado, as reclamações nunca chegaram à polícia. "Iremos ouvir na segunda-feira os depoimentos de pais de estudantes que afirmaram que já haviam se queixado do zelador ao diretor da escola", afirmou Pereira.
No último sábado, policiais fizeram uma busca na casa do diretor da escola e encontraram uma arma sem registro. “Ele foi preso, pagou fiança e foi liberado. Não há qualquer indício de que tenha participação nas mortes ou que tenha ajudado o zelador”, disse Pereira.
Por telefone, uma funcionária da escola afirmou que o comportamento do zelador era normal. "Jamais desconfiamos. Era normal", afirmou.
O diretor da escola foi afastado do trabalho por 30 dias, segundo a Secretaria de Educação do Paraná. Nenhuma reclamação formal à secretaria havia sido feita sobre o zelador, de acordo com informações da assessoria de imprensa. O G1 procurou o diretor por telefone, mas ninguém atendeu as ligações.
O zelador foi preso em Sarandi, cidade próxima a Campo Mourão, no Paraná. A polícia civil de Campo Mourão chegou até o suspeito depois de criar, há cerca de quatro meses, uma força-tarefa para investigar crimes que estavam sem solução.
Segundo a polícia, uma adolescente de 17 anos desapareceu em 2008 e, desde então, seus perfis em redes sociais estavam sem atualização, embora a jovem, teoricamente, continuasse mandando mensagens via SMS para a família.
Segundo a polícia, as mensagens diziam que ela estava bem, que estava em São Paulo, depois que estava na Espanha, e que voltaria em breve. Quando a polícia procurou a família, soube que as mensagens também estavam sendo enviadas para o zelador da escola. De acordo com o relato das famílias à polícia, o zelador era muito amigo da menina, ia buscá-la em casa para levar para a escola, dava presentes.
A polícia resolveu conversar com o zelador, que chegou a mostrar a mensagem mais recente que teria recebido da menina, dando parabéns e dizendo que o amava. A polícia suspeitou do nervosismo do zelador.
O zelador morava numa casa que fica no pátio do colégio. A polícia expediu um mandado de busca e encontrou um celular no imóvel. Quando ligou, viu que era o celular da jovem desaparecida.
Quando a polícia voltou ao colégio, o zelador já não estava mais no local. Depois de outras buscas, foram localizados objetos e roupas no forro da escola e a família da garota reconheceu as roupas.
Na última sexta-feira, a polícia fez escavações no pátio do colégio e encontrou uma fossa desativada perto da porta da cozinha da casa do zelador, onde havia duas ossadas. O material será submetido à análise para saber de quem são as ossadas. Nesta quinta-feira (19), a polícia encontrou mais ossos humanos dentro de um saco e revistas pornográficas no forro de um dos blocos da escola.
Além da jovem desaparecida em 2008, outra família procurou a delegacia para comunicar o sumiço da filha – que também tinha contato com o zelador – há cerca de sete meses. Esta segunda família já teria identificado parte dos objetos localizados no forro do colégio.
De acordo com o que o suspeito contou para a polícia, em pelo menos um dos casos houve violência sexual. A polícia encontrou material pornográfico na casa do zelador, além de revistas teens e chocolates. [Fonte: G1]

Estupro, Omissão e Impunidade...!?

Adolescente confessa estupro pela internet:

A troca de mensagens em um site de relacionamento da internet entre dois adolescentes trouxe à tona o estupro de uma menina de 13 anos, em Florianópolis, Santa Catarina. O crime aconteceu há 40 dias, mas a confissão do jovem de 14 anos, suspeito de ser um dos estupradores, foi o estopim para a história se espalhar pela cidade.

O jovem, que confirmou o estupro pela internet, é filho de Sérgio Sirotsky, diretor da RBS (Rede Brasil Sul de Comunicação), que controla jornais, rádios e as emissoras de tevê afiliadas da Rede Globo em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Além dele, outros dois adolescentes, um filho de um delegado da cidade e outro não identificado também teriam participado do estupro.

A reportagem da Rede Record entrou em contato com a assessoria da RBS, mas foi informada de que Sirotsky não vai se pronunciar sobre o assunto.

Em depoimento à polícia, a menor estuprada disse que foi ao apartamento do filho de Sirotsky no início da noite. No local, ela e dois adolescentes começaram a beber. A jovem confirmou que bebeu vodka e que depois não lembra de mais nada. Ela suspeita que os amigos colocaram algum sonífero em sua bebida. O estupro teria acontecido no quarto do jovem com a menina inconsciente.

As investigações foram encerradas na semana passada e encaminhadas à Justiça. A delegada que cuidou do caso preferiu não fazer declarações.

O criminalista Marcos Soares disse que a pena para este tipo de delito cometido por adolescente é elevada.

- Não é uma pena, mas uma medida sócio-educativa, que deverá ser uma internação de no máximo três anos.

Os diálogos

Na conversa com o amigo pela internet, além de confirmar a agressão, o filho de Sirotsky ainda faz ameaças. Perguntado pelo colega se “estuprar está na moda”, o adolescente usa uma expressão vulgar e dar a entender que faz isso com quem quiser.

Durante a conversa, ele é questionado se não tem medo de ser preso. Certo da impunidade, o filho de Sirotsky diz: “tu tá zoando”, ou seja faz pouco caso do Justiça brasileira. [Fonte: R7]


NOTA DO EDITOR DO BLOG:

Esse filhinho de papai babaca é um forte condidato a ser mais um psicopata ou sociopata! Que a justiça seja feita, e nada de passar a mão na cabeça do filhinho, que é bem capaz, pela sua personalidade perversa, de se fazer de vítima.


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Caros Leitores,


Estamos nos dirigindo a vocês, por ser nosso único meio de comunicação ainda livre de controle da informação falada e escrita, especialmente para o nosso caso de Florianópolis onde o domínio é total pela RBS que controla tudo.

Somos um grupo de mães do tradicional Colégio Catarinense de Florianópolis. É de conhecimento geral de que se trata de um colégio no qual estudam os filhos das famílias mais tradicionais, influentes e ricas de nossa Cidade, ou seja, a chamada “elite” Florianopolitana. Neste momento em que escrevemos isso estamos profundamente envergonhadas, pois este colégio está se tornando uma escola formadora de alunos pedantes, arrogantes, sem escrúpulos, sem noção do que é certo ou errado, pois esta escola está travestida de uma impunidade para os atos de seus alunos de pais influentes.

- Já não bastassem que há anos existam drogas circulando pelas dependências da escola, trazidas e servidas pois filhos de pais influentes;

- Já não bastassem que há anos acontece de tudo nas dependências da escola, como cheirar, fumar todos os tipos de fumo, transar, bater e intimidar os mais fracos;

- Já não bastassem as gangues famosas do Catarinense ameaçando os próprios alunos que não fazem parte, ou andando pela cidade ameaçando alunos de outras escolas, ou nas baladas cantando de galos, ou lutando entre si até sangrarem como já apareceu na TV;

Como se isso não bastasse, sem que nós pais pouco ou nada pudéssemos fazer junto a Direção do Colégio para que tomassem uma atitude com essa permissividade absurda que estava crescendo nas dependências da escola, principalmente em relação a esses filhos dessa elite maldita de nossa Cidade, agora temos um estupro de uma de nossas adolescentes. Isso mesmo, uma aluna do Colégio Catarinense foi brutalmente estuprada por três colegas, igualmente com 14 anos cada e colegas do mesmo colégio.

Tomamos essa medida de contar esta história que aconteceu há poucos dias (hoje é 28/06/2010), mas que está sendo abafada pela imprensa, porque um dos alunos estupradores é o filho de 14 anos do Sr. Sérgio Sirotsky, um dos Diretores da RBS TV e o outro é o Bruno, filho de um Delegado de Polícia da Cidade. O outro aluno ainda não conseguimos levantar. Quanto ao nome da adolescente, não divulgaremos a pedido da família que está em choque. O que podemos divulgar é que a garota fez o exame de corpo de delito e o processo esta correndo em sigilo (o sigilo não foi pedido pelos pais da garota e sim pelo Delegado e pelo Sr. Sérgio Sirotsky pra preservar os delinqüentes e estupradores de seus filhos).

O caso ocorreu porque a menina terminou o namoro com o filho do Delegado, aí os amigos resolveram se vingar da garota. Encontraram com ela no Shopping Beira Mar, colocaram alguma droga na sua bebida (parece que foi a droga Boa Noite Cinderela) e a levaram para o apartamento da Mãe do filho do Sérgio Sirotsky que fica bem próximo ao Shopping Beira Mar. No quarto do garoto, os três estupraram a garota de todas as maneiras possíveis, até introduziram um controle remoto na vagina. Quando estavam estrangulando a garota, a mãe (ex mulher do Sérgio Sirotsky) entrou no quarto. Disseram que em princípio, e acreditamos que sim, pois deve ter sido uma cena grotesca e inimaginável para qualquer pai ou mãe, teve um ataque e bateu muito nos garotos e principalmente no filho. Porém passado o choque inicial, ela deve ter pensado nas conseqüências terríveis do ato de seu filho e resolveu protegê-lo. A garota ainda estava desacordada, então ela vestiu a menina, enrolou um cachecol em volta de seu pescoço para esconder as marcas e ligou para a mãe da menina dizendo: “Venham buscar sua filha, pois sabe como são esses adolescentes, fizeram uma festinha aqui em casa na minha ausência, andaram bebendo e se passando, ela está meio bêbada e caindo pelas tabelas.” Os pais foram buscá-la e a levaram para casa desacordada, porém aos poucos ela foi acordando e começou um choro desesperado e a falar coisas desconexas beirando ao histerismo. A mãe apavorada com o comportamento da filha, tentando acalma-la e ao tirar o cachecol viu as marcas no pescoço da filha em choque sem saber o que pensar ou dizer levaram imediatamente a filha ao médico e lá chegando o mundo foi caindo para esta família. Depois do médico foram orientados a ir a Polícia e a fazer o exame de corpo e delito.

Desnecessário dizer que os pais da garota receberam o telefonema do todo poderoso da RBS para que resolvessem esse “problema” e forma discreta, pois a final era o futuro de “seus” filhos que estava em jogo.

Pergunta: Qual futuro está em jogo???? Da garota estuprada ou dos garotos estupradores? ????

Resposta: A garota irá sofrer muito com certeza e juntamente com toda a sua família, mas irá superar porque o mal não está com ela. Agora, esses garotos estupradores e quase assassinos, porque se a mãe não tivesse chegado a tempo eles teriam matado a menina, esses não têm mais jeito, esses estão marcados pro resto da vida têm que ser punidos, pois se não forem continuarão a fazer isso com outras meninas respaldados por essa impunidade garantida pelos seus pais poderosos.

Divulguem isso por favor, nos ajude a impedir que mais essa aberração desses garotos passe impune. Que aliás não é a primeira vez que esses garotos aprontam, são uns delinquentes, prodígios de bandidos.

Assinado: Mães indignadas do Colégio Catarinense

Veja o Vídeo

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Brasil: Padrasto enfiou mais de 40 agulhas no enteado

Corpo da criança tem mais de 40 agulhas



Tudo indica que se tratou de magia negra. Na cidade de Barreiras, no Estado brasileiro da Bahia, um homem, por razões ainda desconhecidas, enfiou mais de 40 agulhas no corpo do seu enteado de apenas dois anos. O menino está hospitalizado desde domingo e corre risco de vida.

Uma das agulhas perfurou um dos pulmões da criança, que ainda hoje deverá ser transferida para um hospital de referência na cidade de São Salvador, onde poderá ser submetida a uma cirurgia. O risco é que sofra uma arritmia cardíaca e venha a falecer durante a operação.

Repercussão internacional

O caso do menino com mais de 40 agulhas no corpo teve repercussão internacional. A notícia foi divulgada pela agência Associated Press, rede CBS, pelos jornais britânicos "The Independent" e "Guardian", pela BBC e, ainda, pelos norte-americanos "WashingtonPost" e revista "Times".

Ainda não há um consenso relativamente à cirurgia como solução para salvar o menino. Isto porque, segundo alguns médicos, a operação poderá oferecer mais riscos do que benefícios.

Como algumas das agulhas estão posicionadas em órgãos vitais - coração, pulmões, fígado, bexiga e intestino - talvez seja menos arriscado deixá-las onde estão, se, afinal, se concluir que não causarão mais danos.

Padrasto confessa crime

O padrasto da criança foi detido ontem e confessou o crime. Roberto Carlos Magalhães Lopes, que vivia com a mãe do menino há um ano e meio, disse à polícia que introduziu as agulhas no corpo do enteado e que para isso teve a ajuda de duas mulheres. Os três suspeitos estão presos.

De acordo com a BBC, o homem terá submetido a criança a um ritual de magia negra para se vingar da mãe da criança.

A suspeita do envolvimento do padrasto foi levantada pela mãe do menino, segundo a qual o filho não gostava de sair com Roberto Carlos. No dia do crime, o menino foi com ele à casa de Angelina, uma das duas mulheres que o terão incentivado a introduzir as agulhas.

Segundo a edição online do jornal "A Tarde", um dos principais da cidade de São Salvador, o menino vai ser transferido para um hospital especializado em cirurgia cardio-toráxica ainda hoje. [Fonte: Expreso]

Emparedada em Yale

Na universidade onde estudaram cinco presidentes, polícia encontra atrás de uma parede corpo de jovem aluna

Uma das mais renomadas instituições de ensino dos EUA, a universidade de Yale se transformou no palco de um crime que desafia a polícia local. A localização de um corpo na parede do prédio do laboratório do campus – que pode ser o da estudante de Farmacologia desaparecida Annie Le, 24 anos – traz à tona um mistério de proporções macabras.

Os alunos da universidade, localizada em New Haven, Estado de Connecticut, estão chocados com a descoberta do corpo, na tarde de domingo.

– Estou perplexo, porque o crime ocorreu em um prédio onde só se consegue entrar com um cartão de acesso – disse Muneeb Sultan, 20 anos, estudante de Química.

De acordo com Peter Reichard, subchefe da polícia local, os restos mortais foram encontrados dentro de uma parede do prédio localizado na Rua Amistad, número 10. Estava em uma área onde ficam os cabos de energia elétrica. Os agentes acreditam que o corpo seja de Annie.

Nascida em Placerville, na Califórnia, e filha de imigrantes vietnamitas, a estudante iria se casar no domingo, em Long Island. A bolsa da jovem – com identidade, cartão de crédito, dinheiro e celular – foi encontrada no escritório dela, distante algumas quadras do laboratório onde foi vista pela última vez. O noivo dela, Jonathan Widawsky, é estudante de Física em Columbia, e estava em Nova York no dia do desaparecimento. Ele não é suspeito.

Não é o primeiro crime em Yale. Em dezembro de 1998, Suzanne Jovin, 21 anos, foi encontrada morta – esfaqueada –, perto do campus.

Por Yale passaram cinco presidentes americanos – entre eles George W. Bush e Bill Clinton –, 19 juízes da Suprema Corte americana, chefes de governo do mundo e prêmios Nobel. (Fonte: Jornal DC)

Vídeo mostra sequestrador ensinando técnicas de assalto a crianças em Santa Catarina

Durante as investigações do sequesto de Benta e Igor Pivatto em um hotel em Penha, no Litoral Norte, a polícia encontrou um vídeo de incentivo à violência. As imagens foram gravadas pela camareira Viviane Stem, de 29 anos, que teria planejado o sequestro com outros familiares. O vídeo mostra o marido de Viviane, Rafael Borba, ensinando o filho, de quatro anos, e uma sobrinha, de menos de três anos, a fazer um assalto a mão armada. Confira as imagens chocantes (Bom Dia SC/RBS TV)

Mulheres matam idosos após drogá-los com torta

Três mulheres, a mãe, sua filha e uma amiga desta, foram detidas hoje na Bélgica acusadas de terem estrangulado um casal de idosos, que foram drogados antes com uma torta com narcóticos, informou o canal de televisão "RTL".

As suspeitas, duas das quais já confessaram o crime, conheciam os dois idosos que, aparentemente, costumavam receber pessoas necessitadas em casa, na pequena localidade de Frasnes-lez-Anvaing.

Segundo a informação, as três mulheres foram na segunda-feira à casa dos idosos, aos quais ofereceram uma torta que continha uma grande dose de narcóticos e, aproveitando o efeito da droga, estrangularam os dois.

Depois, fugiram com o dinheiro do casal, segundo vários vizinhos testemunharam. (Fonte: Yahoo Notícias)


Menina é achada morta dentro de uma mala...


A polícia de Curitiba divulgou o retrato falado de um suspeito de participar do assassinato da menina Rachel Genofre, 9 anos, que desapareceu na tarde de segunda-feira. Rachek foi encontrada morta dentro de uma mala na Rodoferroviária da capital paranaense na madrugada de quarta-feira (05/11/2008).

A descrição do suspeito foi fornecida por um comerciante que trabalha próximo à rodoviária. Ele disse à polícia que vendeu uma mala semelhante à encontrada com o corpo de Rachel algumas horas antes do crime ser descoberto.
De acordo com a descrição do comerciante, o suspeito é um homem moreno, "queimado de sol", de cerca de 50 anos, 70 kg, olhos claros, cabelos negros ou castanhos escuros e estatura baixa de aproximadamente 1,68 m. O suspeito de ter comprado a mala estava a pé e vestia camisa branca, jaqueta marrom de napa e calça jeans. Ele estava de sapato. (Fonte: Terra)

Morte de Eloá...uma trajédia anunciada!?


O promotor Antonio Nobre Folgado apresentounesta terça à Justiça a denúncia (acusação formal) contra Lindemberg Fernandes Alves, 22 anos, acusado de seqüestro e morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15. A denúncia foi acolhida na íntegra pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Santo André.
O acusado foi denunciado por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), em relação à Eloá, uma tentativa de homicídio duplamente qualificado, por ter atirado contra a amiga da ex-namorada, Nayara Rodrigues, 15, e uma tentativa de homicídio qualificado (para assegurar a execução de crimes) por ter feito disparos contra o sargento da Polícia Militar Atos Antonio Valeriano.
Mais acusações:
A denúncia contra Lindemberg inclui ainda cinco acusações por cárcere privado qualificado, por ter mantido como reféns Eloá, Nayara por duas vezes, e outros dois colegas das adolescentes que estavam no apartamento quando a residência foi invadida por ele. O réu também foi denunciado quatro vezes por disparo de arma de fogo.
O pai de Eloá, Everaldo Pereira dos Santos, também foi denunciado pelo promotor por posse de arma com numeração raspada e falsidade ideológica em documento público. A acusação é por ter sido encontrada uma espingarda calibre 22 no apartamento dele e por Everaldo ter utilizado nome falso para ocultar a acusação de crimes contra ele no Estado de Alagoas.
O promotor recebeu o inquérito do caso da Polícia Civil na última sexta-feira e tinha prazo até a próxima segunda-feira para apresentá-la à Justiça.
Na ocasião, o promotor informara que não seria necessário aguardar a realização da reconstituição do crime – ainda sem data marcada – para apresentar a denúncia, que teve como base o depoimento de Nayara à polícia. Eloá foi asssassinada pelo ex-namorado após permanecer cem horas em cárcere privado.

Veja também:
Saiba como foi o fim do seqüestro
Confira cronologia do seqüestro
Galeria de fotos do seqüestro
Todas as notícias sobre o caso
'O que deu errado foi o tiro que ele deu na menina', diz coronel
Armas de policiais e seqüestrador são apreendidas para perícia
Seqüestro em Santo André é o mais longo registrado em SP
Pai de Nayara diz que foi ‘expulso’ pela PM de escola

Enfermeira joga filha de 8 meses pela janela em Curitiba

"Eu queria me livrar do pacote. Sempre fui incompetente para cuidar dela". Essas foram as palavras da enfermeira Tatiane Damiane, de 41 anos, ao delegado Antonio Campos de Macedo, do 1º Distrito Policial de Curitiba (PR), ao explicar por que matou a própria filha, Mariana, de 8 meses, ao jogá-la do 6º andar do apartamento onde moravam, na região central da capital paranaense.
A enfermeira, que trabalha no Hospital das Clínicas, onde vinha tomando medicamentos e recebendo acompanhamento psicológico por causa de crises de depressão, foi transferida para o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime (Nucria), que assumirá o inquérito. A intenção da polícia é encaminhar Tatiane para a carceragem do 9º Distrito Policial de Vila Santa Quitéria, onde ficam somente mulheres.
Ao saberem do crime e da possibilidade da enfermeira de ser levada para lá, as 38 presas do 9º Distrito prometeram fazer justiça com as próprias mãos. Tatiana deverá ficar em cela isolada por questão de segurança. A polícia pedirá exames psicológicos da acusada, que foi indiciada por homicídio.

Austríaco mata cinco familiares com machado

Um homem de Viena matou cinco membros da sua família, incluindo a filha de 7 anos, e depois se entregou, dizendo ter problemas financeiros, informou a polícia austríaca na quarta-feira 14/05/2008.

Os mortos são a esposa, a filha, os pais e o sogro dele.
O homem, de 39 anos, confessou à polícia no início da quarta-feira. Ele pediu dinheiro emprestado aos parentes, perdeu em negócios especulativos que deram errado e afirmou que quis poupar os familiares do escândalo.
Policiais foram ao apartamento dele em Viena e descobriram os corpos da esposa e da filha. Os pais dele foram encontrados em Ansfelden, oeste da capital do país. Os restos do sogro estavam perto da cidade de Linz.
"Como motivo, ele deu as grandes dificuldades financeiras", afirmou um porta-voz da polícia.
O machado foi encontrado no carro do austríaco.

Isabela foi espancada e jogada pela janela...

Peritos concluem que Isabella foi espancada antes de morrer:


Menina foi asfixiada e jogada de cabeça para baixo da janela do sexto andar. Perícia apontou que marcas na porta do apartamento e no carro não são de sangue.


Peritos da Polícia Civil de São Paulo concluíram que a menina Isabella Nardoni, de 5 anos, foi espancada e asfixiada dentro do apartamento, antes de ser jogada pela janela do sexto andar na noite de sábado (29/03/2008). Os peritos não encontraram sangue fora do apartamento: as análises apontaram que marcas na porta da residência, na maçaneta e no banco traseiro do carro de Alexandre Nardoni não são de sangue.

As provas períciais, por enquanto, dão as seguintes pistas: o assassino, ainda não identificado, teria agredido e esganado a menina com as mãos dentro do apartamento, antes do último ato de brutalidade.
Nesta segunda-feira (07/04/2008), nove dias depois do crime, peritos voltaram ao apartamento. Eles querem esclarecer como e onde o assassino machucou a testa da menina. Essa é uma das dúvidas que cercam a morte, entretanto não foram achadas marcas de sangue em nenhuma quina de móvel dentro da casa.Na primeira perícia foi encontrado sangue no apartamento. Não se sabe de quem é, mas é certo que havia pingos em vários pontos: no chão do hall de entrada, em frente à porta da cozinha e no corredor que dá acesso aos três quartos. Os peritos observaram que, pelo tipo de mancha, a vítima estava a cerca de um metro do chão. Marcas de sangue foram encontradas também no lado externo da porta do quarto de Isabella; no lençol de uma das camas do quarto dos irmãos de Isabella, junto a uma pegada de sapato de pessoa adulta; na cama ao lado da parede e nas bordas do buraco feito na rede de proteção da janela. Com base nas provas técnicas os peritos concluíram: o assassino de Isabella de fato arremessou a menina pelo buraco da rede. No momento da queda, ela estava desmaiada. Segundo a perícia, Isabella foi jogada de cabeça para baixo, tanto que as marcas das mãos dela ficaram logo abaixo da janela, na fachada do prédio. Veja cronologia do caso O corpo da menina se descolou da parede e caiu no gramado do jardim, o que amorteceu o impacto. A queda provocou uma fratura na parte posterior da bacia, como a perícia constatou.

A outra fratura, no pulso esquerdo, de acordo com os peritos, foi provocada antes da queda, assim como o corte de dois centímetros na testa, por onde Isabella perdeu muito sangue. Ainda segundo os peritos, a menina apresentava sinais típicos de asfixia: manchas no pescoço e na nuca, outras manchas avermelhadas no pulmão e língua projetada para frente.


Habeas corpus
Nesta segunda-feira, a defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entrou com pedido de habeas corpus. Três advogados do casal chegaram às 17h05 ao prédio do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ), na região central de São Paulo, para protocolar o pedido. Se deferido, eles poderão acompanhar as investigações em liberdade.


Sigilo
A assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou na tarde desta segunda-feira que foi suspenso o segredo de Justiça no caso. No final da tarde, porém, o delegado Calixto Calil Filho, que apura a morte da garota Isabella Nardoni, determinou sigilo no inquérito policial.


Um caso para não esquecer...

Um caso para não esquecer!

Horror íntimo ou vocação coletiva para envergar a toga? Catarse pessoal ou sumarização da justiça? Tragédia ou circo midiático? A morte da menina Isabella Nardoni toca na emoção do país inteiro, qualquer que seja a conclusão do inquérito.

ALBERTO DINES, Jornalista

O Brasil festeiro, erotizado, apressado, partidarizado e narcisado faz uma breve pausa para pensar. Pensar e sofrer, individuar-se e abandonar a manada equalizadora. Tal como aconteceu com o menino João Hélio, despedaçado nas ruas do Rio em Fevereiro de 2007, uma criança incapaz de emitir mensagens cala a estupidez reinante e avisa que é hora de incomodar-se.
A dengue, a tremenda pressão mundial no preço dos alimentos, o narcotráfico, o genocídio no Sudão, a guerra religiosa no Iraque, a repressão chinesa no Tibete e o ódio solto no Oriente Médio certamente causarão a morte de milhares ou milhões de crianças pelo mundo afora.
Mas esta criança singularizada pela tragédia, subitamente emudecida por uma bestialidade insuspeitada, despertou nossa humanidade. Numa questão de horas, converteu em órfãos a imensa nação dos adultos.
Ninguém se importa com a prática do infanticídio em algumas tribos indígenas, defendida com empenho por antropólogos (“Folha de S. Paulo, 6/4). A cada dez horas, uma criança é assassinada, o Ministério da Saúde contabiliza, em seis anos, 5.049 mortes de meninos e meninas até 14 anos (“Globo”, 6/4/). Normal. A pedofilia e a prostituição infantil são encaradas com naturalidade, parte da “vida moderna”, incentiva o turismo.
A queda de Isabella deu um tranco nos bons costumes. Por alguns momentos sacudiu modos e modas, Ao contrário de João Hélio seu companheiro de infortúnio e martírio, a menina não acionou nossa compulsão legiferante. Até agora não apareceu um político oportunista para propor alguma lei absurda contra tragédias.
Até mesmo a parvoíce das autoridades incapazes de compreender a questão do segredo de justiça ou as disparatadas suspeitas vocalizadas incessantemente pela mídia antes mesmo de investigadas não conseguem sobrepor-se à soturna perplexidade que, por milagre, infiltra-se nos espíritos.
Imunizada contra a solidariedade, desumanizada por um debate partidário que na realidade só responde à pergunta “o que é que eu ganho com isso?”, a sociedade brasileira sempre se perfilou no bloco do “não-me-importa”. Envergonha-se de exibir o coração partido, mas agora oferece sutis indícios de sensibilização.
A dúvida sobre quem matou Isabella é tão dilacerante quanto a certeza de que alguém a matou. O filosófico e angustiante “por que?” começa a equiparar-se ao policialesco “quem?”. Os enigmas serão desfeitos, culpados logo aparecerão -- inevitável. A questão que deve permanecer e atazanar as almas e os espíritos relaciona-se com a mecânica da bestialidade. Desafio destinado a não consumar-se, exercício infindável, por isso salutar tanto para religiosos como para agnósticos, para céticos e idealistas, revolucionários e conservadores. Ignorar o animal que convive com o ser humano é próprio dos bárbaros.
Isabella é uma dolorosa oportunidade para questionamentos. Nações aturdidas, empurradas por sensações são incapazes de maturar sentimentos contínuos, comprometidas com éticas espasmódicas.
A morte de Isabella é um caso para não esquecer e aguilhoar.

Acusado de assassinato tatuou nome da vítima no braço

Reprodução de foto da tatuagem no braço do motoboy Robson Pereira Granja, de 26 anos, que mandou matar José Adriano, que tinha 27 anos, o amante de sua mulher, depois que descobriu que estava sendo traído, no ano passado. A tatuagem, feita no braço direito, tem o nome da vítima- José Adriano Menezes de Souza, a data do crime (21 de novembro) e o desenho de um caixão.


A investigação do assassinato durou cinco meses, até surgir o suspeito de ser o mandante. Tratava-se de Robson Pereira Granja, um motoboy de 26 anos. Ele assumiu o crime, uma mera formalidade, pois Robson trazia a confissão tatuada em seu braço direito. Dois meses depois de mandar matar o segurança José Adriano Menezes, de 27 anos, o motoboy mandou tatuar o nome de sua vítima em cima de um caixão e da data do crime: 21 de novembro de 2007. E em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo ele garante ser o assassino.
Na tarde de ontem, a polícia pediu à Justiça que ele continue preso até o julgamento. Robson foi detido no dia 19. Além dele, os policiais prenderam o frentista Evangelista Pereira da Silva, de 28 anos. Silva é acusado de ser o executor. Menezes levou cinco tiros no ambulatório do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
O motivo do crime seria passional. O segurança mantinha um caso com a faxineira Cristiane Rodrigues Souza, de 22 anos, mulher de Robson. Eles trabalhavam no hospital e, em 2007, foram flagrados namorando em um banheiro. Como punição, a faxineira foi afastada e o segurança, transferido.
Segundo a delegada Flávia Maria Rollo, Robson levou Silva até o hospital para matar Menezes. Mas, ao depor, Robson isentou Silva. Disse que entrou no ambulatório, empurrou uma mulher e atirou cinco vezes na vítima com um revólver calibre 38. Afirmou ainda que matou porque Menezes o ameaçou. "Duas testemunhas reconheceram o Evangelista (Silva). O Robson pediu ao amigo que executasse a vítima porque temia ser reconhecido. Agora quer ajudá-lo", disse a delegada. Em janeiro, Robson fez a tatuagem. "Ele pensou que não ia ser mais importunado pela polícia." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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