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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Polícia Federal Brasileira e Itamaraty: Neguem a entrada de Julien Blanc no Brasil - VILOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

Por que isto é importante?

À Dra. Carla Carvalhaes Barbi, Delegada Chefe da Delegacia de Imigração e ao Ministro Bernardo Velloso, Chefe da Divisão de Imigracao do Itamaraty.

Esta petição faz o pedido de negação de visto para permanência em território brasileiro para o americano Julien Blanc. 

Em nome de todos que combatem a violência contra a mulher no Brasil informamos os senhores que em janeiro de 2015 nosso país está agendado para receber uma conferência liderada pelo americano Julien Blanc nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e de Florianópolis (SC).  

Julien Blanc teve seu visto cancelado e foi extraditado na Austrália, Reino Unido e eventos cancelados em diversos países porque suas aulas que ensinam homens a “pegar mulheres" exaltam a cultura do estupro, crimes de agressão emocional e física contra mulheres, o racismo e o profundo desrespeito pelas mulheres.

Encontra-se vídeos na internet com suas táticas de ensino, que incluem ignorar quando mulheres dizem não à aproximação sexual, fazer ofensas racistas, atacar a autoestima das mulheres entre outros abusos. As maiores expressões de violência disponíveis em fotos e vídeos são SUFOCAR mulheres em bares, pegando-as pelo pescoço e levar os rostos das mulheres em direção ao próprio pênis. Os videos seguem no final desta petição. 

Mulheres de diversos países tem se mobilizado, coibindo a presença de Julien Blanc e em consequência, a cultura misógina que ele propaga em suas pátrias. Nós mulheres brasileiras viemos lutando incansavelmente contra a cultura do estupro e da violência contra nossos corpos em nosso país. Esse homem não é apenas um criminoso, mas um disseminador da cultura de todas as formas de violência contra a mulher e pedimos aos senhores que não permitam sua presença e sua influência sobre nosso país.

LINKS E VIDEOS:

Aqui segue uma agenda e páginas onde obter mais informações:


Essa petição não é uma causa só pra que Julien Blanc não entre no Brasil, gira em torno de uma causa maior: O Combate a violencia contra a mulher, pois não podemos suportar mais e é uma prova de que estamos juntos para combater isso!

Fonte: AVAAZ.org
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Licença para matar: Brasil é vice-campeão mundial na violência contra jovens




Publicado por Luiz Flávio Gomes


De acordo com relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, divulgação em 4/9/14) o Brasil é o vice-campeão mundial no número de homicídios de jovens de zero a 19 anos: mais de 11 mil foram assassinados no nosso país em 2012 (ano em que o Brasil teve quase 57 mil óbitos intencionais). Nesse item só perdemos para Nigéria. 

Quanto à taxa por 100 mil habitantes, o Brasil é o 6º colocado (17 para 100 mil). Na sua frente estão El Salvador (27, Guatemala (22), Venezuela (20), Haiti (19) e Lesoto (18). No planeta, 95 mil crianças e adolescentes foram assassinados em 2012 (12% no território brasileiro); 90% das mortes globais ocorreram em países com renda média ou baixa (América Latina, Caribe e África). Causas: alta da criminalidade, o crescimento da desigualdade, acesso fácil a armas de fogo, maior consumo de drogas e aumento da população jovem; o jovem negro tem três vezes mais chance de ser morto que um branco.

Por que somos como somos? O Estado brasileiro (imperial), criado em 1822, nasceu geneticamente contaminado, posto que reprodutor do totalitarismo e absolutismo colonial, guiado pela coerção dos excluídos e segregados do Estado de direito, que permitia e sempre permitiu o genocídio herdado da metrópole parasita e sanguinária, criadora de uma filosofia e de uma máquina mortífera até hoje em pleno vigor no Brasil (e, a rigor, em toda a América Latina).

Não é por acaso que o Brasil é o 12º país mais violento do planeta (29 assassinatos para cada 100 mil pessoas) e vice-campeão mundial (em números absolutos) na violência contra os jovens (sobretudo negros e pardos). Há uma verdade histórica que parece incontestável: não se implanta um país violento e corrupto da noite para o dia; não se constrói um país subdesenvolvido (composto em quase sua totalidade - ¾ da população – de analfabetos funcionais) com uma só canetada. Mesmo depois da independência, os donos do poder (sectários do parasitismo e da malevolência) não rechaçaram a “normalidade” da escravidão e da servidão, que acabou justificada pela teoria de que o crescimento econômico do país (sempre do país, nunca dos donos do poder) dependia do parasitismo fulcrado no trabalho escravo.

Foi dessa maneira que elaboramos nossa primeira Constituição (1824), que era, ao mesmo tempo e paroxalmente, liberal e escravocrata. Tratava-se de uma doutrina nitidamente retrógrada, ultrapassada, espoliadora e sanguessuga, que não apresentava nenhuma dissonância com o que ocorria na colônia extrativista nem com o que se passa hoje no nosso país (ainda sob o império do neocolonialismo).

A estrutura do poder colonial, sob o mando dos senhores de engenho, tirânico, absolutista e indiscutivelmente despótico, sofreu um processo de transubstanciação (como diz Foucault) ano momento em que se converteu em poder imperial (veja Luís Mir, Guerra civil, p. 46), depois em poder republicano e, desde 1985, em poder da falida e corroída redemocracia (que ainda retrata a era contemporânea brasileira, já exaurida e exangue, indicando a carência de uma nova era). Da sociedade imoral escravocrata e disciplinadora colonial (sobre a transição das sociedades disciplinares para as de controle veja Foucault, Vigiar e punir) passamos para a sociedade de controle dos segregados e excluídos, regido pela coerção e o genocídio, desses que são considerados homo sacers (veja Agamben), ou seja, gente inimiga que pode ser destruída (exterminada) impunemente (em regra impunemente), consoante o diabólico funcionamento da máquina de moer carne e ossos.

Não existe solução de continuidade (interrupção) entre o exercício do poder de controle colonial e imperial. Tampouco desapareceu a lógica e filosofia do genocídio com a república (1889) ou mesmo com a redemocratização (1985). A relação de todos os poderes com os marginalizados (negros, índios, brancos pobres etc.) sempre foi estabelecida sobre as bases da mortífera violência. A mão disciplinadora e controladora do senhor de engenho é a mesma dos posteriores agentes de segurança: “quando não anulam a resistência do indivíduo que somente pode ocupar uma única posição, a de servil e submisso, o abatem como inimigo (como homo sacer), com o máximo de letalidade imaginável” (Luís Mir, citado, p. 46).

O extermínio criminoso, ignominioso e massivo dos jovens (especialmente quando a cor da pele é preta ou parda), em pleno século XXI, nada mais representa que a continuidade operativa da máquina da escravocracia, devidamente planejada, calibrada e dominada pelos donos do poder, que controlam não somente os lugares onde os excluídos devem permanecer senão também o grau de escolaridade e de desenvolvimento econômico dos quais eles podem desfrutar. “A máquina de dominação dos senhores de escravos foi absorvida pelo poder imperial [depois pelo poder republicano e, hoje, pelo poder da redemocracia]: a consequência disso [até hoje] é que este tem que enfrentar e reprimir um crepitar permanente de rebeliões e desordens sociais [geradas muitas vezes pela própria irresignação dos rebelados frente ao exercício totalitário e desigual do poder de controle dos dominantes], que antes [na colônia] era de competência e custo dos senhores de escravos” (Luís Mir, citado, p. 47). É nisso que reside a castração ab initio, por meio da violência, da (ainda hoje impossível) pluralidade existencial ou mesmo da pacificação. Se hodiernamente o Brasil é um dos países mais violentos do planeta, é preciso reconhecer que essa realidade não representa nada mais que fruto do que sempre plantamos. Quem planta mal, como se sabe, colhe o amargo (a violência, o genocídio estatal, o extermínio). “Combata fogo com fogo e tudo que restará serão cinzas” (Abigasil van Buren, americana, colunista). “A segurança só para alguns é, de fato, a insegurança para todos” (Nelson Mandela, sul-africano, político).
Luiz Flávio Gomes


Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). Assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas]

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Relatório da ONU aponta 11 das 30 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil

Tegulcigalpa, capital de Honduras, é um dos lugares mais violentos do mundo. Foto: GettyImages
O Brasil possui 11 das 30 cidades mais violentas do mundo. Quem afirma isto é o escritório de Drogas e Crimes das Nações Unidas com base nos assassinatos ocorridos em 2012. Maceió é a quinta cidade com maior número de homícidos por 100 mil habitantes. Fortaleza ocupa a sétima posição e João Pessoa, a nona. O levantamento também aponta que a América Latina substituiu a África como a região com a maior quantidade de assassinatos do mundo, sobretudo pela violência fora de controle em países como Honduras, que lidera a lista da ONU.

De acordo com a pesquisa da ONU, foram assassinadas 437 mil pessoas em 2012, das quais 36% nas Américas, a maior parte na Central e na Sul. O Brasil está atrás de Honduras e ocupa a segunda posição na lista. Além de Maceió, Fortaleza e João Pessoa, foram listadas pelo levantamento das Nações Unidas: Natal (12ª posição); Salvador (13ª); Vitória (14ª); São Luís (15ª); Belém (23ª); Campina Grande (25ª); Goiânia (28ª); e Cuiabá (29ª).
As taxas de homicídio caíram nos Estados do Rio de Janeiro (29 por cento) e São Paulo (11 por cento), mas cresceram no Norte e Nordeste do país, principalmente na Paraíba, com um aumento de 150 por cento, e na Bahia, com avanço de 75 por cento nos últimos dois anos.

Foto: GettyImages
O elevado índice de homícidios na América Latina está ligado ao crime organizado e a à violência política, segundo os pesquisadores da ONU. Honduras é o país mais violento do planeta, com uma taxa de 90,4 homicídios intencionais para cada 100.000 habitantes, disse o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) com base em dados de 2012. A Venezuela vem a seguir com 53,7 homicídios intencionais. Belize ficou em terceiro com 44,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes e El Salvador em quarto, com 41,2.
Na lista de países com as maiores taxas de homicídios intencionais aparece também a Guatemala, com 39,9 por cada 100 mil habitantes, a África do Sul, com 31, a Colômbia, com 30,8, o Gabão, com 28, e o México, com 21,5. O Iraque, que está emergindo de um conflito armado sangrento, tem uma taxa de assassinatos de 8 por cada 100 mil habitantes.
A África foi a segunda região com maior número de homicídios intencionais, com cerca de 31 por cento do total. A Ásia teve aproximados 28 por cento, a Europa, em torno de 5 por cento, e a Oceania, cerca de 0,3 por cento. Os países árabes e asiáticos, incluindo a China, aparecem sem dados no relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.[Fonte: Yahoo]

domingo, 10 de junho de 2012

Mulher confessou ter matado e esquartejado empresário



A bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, confessou ter matado e esquartejado o empresário Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, com quem era casada e tem uma filha. A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Jorge Carrasco, na tarde desta quarta-feira.
Segundo Carrasco, a autora do crime contou que, na noite do dia 19 de maio, interpelou o marido porque ficou sabendo que havia sido traída. Na discussão, Elize disse que foi agredida e matou o marido em um banheiro do apartamento do casal, de cerca de 500 m2, que ainda não foi periciado. "Ela esquartejou com facas que irá apresentar posteriormente à polícia e ressaltou que fez tudo sozinha", destacou Carrasco.
Desde as 11h desta quarta, ela é ouvida em São Paulo. A polícia pediu a prorrogação da prisão temporária por 30 dias para a Justiça em Cotia.
Empresário é esquartejado 
Marcos Kitano Matsunaga foi considerado desaparecido no dia 20 de maio. No dia 27, partes do corpo foram encontradas em várias regiões da Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado.
Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, Elize, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho.
Indícios de uma suposta traição levam à hipótese de crime passional. Elize e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retorna, está sem a bagagem.
Durante perícia no apartamento foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 765, o mesmo do tiro que matou o empresário.[Fonte: JB]

Ex-prostituta, viúva de executivo da Yoki temia perder a guarda da filha 

O receio de perder a guarda da filha de 1 ano em uma provável separação motivou Elize Matsunaga, 38 anos, a matar e esquartejar o marido, o executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, 42 anos, justifica o advogado de Elize, Luciano Santoro. 
Segundo ele, o casal atravessava uma crise conjugal havia pelo menos seis meses e ela pediu a separação três vezes, mas o marido dizia que se ela fosse embora, ficaria sem a filha. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo.
O advogado revelou ainda que Matsunaga conheceu Elize em um site de relacionamento, quando ela era garota de programa. Ao contrário do que afirma a polícia, Santoro alega que a decisão de confessar o crime partiu da própria cliente. Ele conta que no depoimento Elize pressionou o marido sobre a traição descoberta por um detetive e acabou agredida com um tapa no rosto. No revide, pegou uma pistola de calibre 380 e atirou em sua cabeça. A arma foi encontrada na perícia realizada no apartamento do casal depois da confissão, em um dos banheiros transformados pelo executivo em um cofre para guardar as 30 armas e cerca de 10 mil projéteis que colecionava.
Executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, foi considerado desaparecido em 20 de maio. Sete dias depois, partes do corpo foram encontradas em Cotia, na Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado. Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, a bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho. Ela e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retornou, estava sem a bagagem. Durante perícia no apartamento, foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 380, o mesmo do tiro que matou o empresário.
Em depoimento dois dias depois de ser presa, Elize confessou ter matado e esquartejado o marido em um banheiro do apartamento do casal. Ela disse ter descoberto uma traição do empresário e que, durante uma discussão, foi agredida. A mulher ressaltou ter agido sozinha.[Fonte: JB]

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Massacre em escola pública do Rio de Janeiro...

Ex-aluno invade local e dispara contra crianças. Tragédia na Zona Oeste deixa o país inteiro chocado.

O secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, deu uma entrevista coletiva confirmando que onze alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, morreram no atentado da manhã desta quinta-feira. Nove deles já chegaram mortos ao hospital.

De acordo com Côrtes, 28 crianças entre 12 e 14 anos foram baleadas pelo atirador. Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou no colégio e abriu fogo contra 40 alunos de uma turma da nona série que assistiam a uma aula de Português. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime.

Das vítimas fatais, dez eram meninas. Os feridos foram encaminhados para os Hospitais Pedro Ernesto, da Polícia Militar, Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia, Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes (Saracuruna). Informações dão conta que quatro estudantes se encontram em estado gravíssimo, um delas em coma.

Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador
Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Uma multidão de pessoas se aglomera em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas.

Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra os estudantes. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

De acordo com o 14º BPM (Bangu), Wellington seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Uma versão inicial dizia que o assasino seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos), mas a informação foi desmentida pela polícia.

Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.

Os feridos foram levados inicialmente ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las.

Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados.[Fonte: O Dia OnLine]

quinta-feira, 3 de março de 2011

Suspeita de matar Lavínia arrumou quarto do hotel, diz hóspede.

Um dos hóspedes do hotel em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde a menina Lavínia, de seis anos, foi encontrada morta, nesta quarta-feira (2), diz que a suspeita do assassinato, Luciene Reis Santana, arrumou o quarto para onde levou a menina. O segurança João Batista, que prestou depoimento na 60ª Delegacia de Polícia (Campos Elíseos), disse que Luciene tentou sair sem pagar e, por isso, foi forçada a fazer a arrumação de três quartos, entre eles, o que a acomodou.

De acordo com Batista, Luciene chegou ao hotel às 18h45 na segunda-feira (28), dia em que a criança desapareceu. Funcionárias do estabelecimento disseram que não viram se a suspeita estava com a criança, porque o balcão do local é alto.

Luciene tentou sair do local às 19h05 do mesmo dia, segundo o segurança, após consumir batatas fritas e cigarros. Luciene alegou aos atendentes que precisava usar o orelhão. No entanto, os funcionários permitiram sua saída somente após ela fazer a arrumação como forma de pagamento. A suspeita deu entrada no quarto seis. Ela também arrumou os quartos sete e oito, segundo Costa.

O segurança disse que o quarto pedido por Luciene é de pouco uso no estabelecimento, pois era a suíte mais cara. Por isso, nenhum funcionário entrou no aposento desde segunda-feira (28), quando a menina foi sequestrada.

Luciene negou à polícia que tenha matado a criança.

Crime:

A menina Lavínia foi encontrada morta nesta quarta-feira em um hotel de Duque de Caxias. Ela estava de bruços e com uma toalha no rosto entre o chão e o estrado da cama de concreto. De acordo com a polícia, ela foi asfixiada com o cadarço do tênis que usava.
De acordo com o delegado Robson da Costa, Luciene queria R$ 2.000 do pai de Lavínia e, para isso, dizia a ele que o ex-marido tinha sequestrado a menina e queria a quantia em dinheiro.

A amante de Santos era suspeita do crime desde o dia do sumiço da garota e, por isso, a polícia montou uma estratégia para pegá-la. O pai de Lavínia, com ajuda da polícia, marcou um encontro dizendo que daria o dinheiro a ela. Luciene compareceu ao encontro e foi levada para interrogatório na delegacia nesta quarta. Segundo o delegado, ela nega o crime.

O delegado diz que, quando a polícia chegou ao quarto do motel, havia um cheiro forte. Pelo odor, o delegado diz acreditar que a menina tenha sido morta na segunda-feira passada.

- Acredito que a Luciene tenha conseguido convencer a menina a sair de casa sem necessidade de força.

O delegado diz que uma testemunha afirmou que viu Luciene perto da casa de Lavínia.
As funcionárias do hotel viram as imagens de Luciene na televisão e chamaram a polícia, pois reconheceram a amante do pai da criança. Elas dizem ter visto a mulher no hotel. [Fonte: R7]




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